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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Chevrolet Cobalt chega por R$ 39,9 mil

Sedã será oferecido nas versões LS, LT e LTZ, todas com motor 1.4 flex. Lançamento tem como destaque o porta-malas de 563 litros.

Rodrigo Mora Do G1, em Indaiatuba (SP)

 

O recém-lançado Cruze ainda nem ficou íntimo da rede de concessionárias da Chevrolet e a marca já apresenta um novo sedã à clientela. Oferecido nas versões LS, LT e LTZ, o Cobalt custa R$ 39,9 mil na configuração básica, R$ 43,7 mil na intermediária LT e R$ 45,9 mil no topo de linha LTZ. Ele começa a ser vendido em meados deste mês.

cobalt (Foto: Divulgação)Chevrolet Cobalt custa R$ 45,9 mil no topo de linha LTZ (Foto: Luciana Oliveira/G1)

A configuração LS já vem equipada com ar-condicionado, direção hidráulica travas elétricas e chave canivete. A gama segue com a LT, que agrega aos itens já citados vidros elétricos (só na dianteira), airbag duplo, ABS e rodas de liga-leve. Por fim, a LTZ, que traz computador de bordo, CD player e faróis de neblina. O motor é sempre o 1.4 litro Econo.Flex, de 97/102 cavalos de potência e 12,8/13 kgfm de torque e acoplado a um câmbio manual de cinco marchas.

Quanto às dimensões, o Cobalt tem 4,47 m de comprimento, 1,73 m de largura e 1,51 m de altura. O entreeixos fica em 2,62 m. Segundo a GM, o espaço interno do novo sedã é maior até mesmo que o do Cruze, posicionado numa categoria superior. A capacidade do porta-malas, de 563 litros, confirma o discurso da montadora.

De acordo com o planejamento da marca, serão comercializadas 3,5 mil unidades do Cobalt, que tem como principais rivais Nissan Versa, Fiat Siena, Ford Fiesta e as versões mais caras do Renault Logan

Cobalt (Foto: Divulgação)Cobalt começa a ser vendido em meados deste mês (Foto: Luciana Oliveira/G1)

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Desemprego fica em 6% em setembro, mostra IBGE

Desemprego segue em 6%, afirma IBGE

Taxa é a menor para o mês de setembro desde março de 2002. Salário médio caiu 1,8% em relação ao mês anterior.

Do G1, em São Paulo

A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 6% em setembro, mesmo resultado verificado em agosto, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (27). Segundo o instituto, essa é a menor taxa estimada para meses de setembro desde março de 2002, início da série histórica. Em setembro do ano passado, a taxa de desocupação ficara em 6,2%.

A população desocupada não apresentou variação sobre agosto nem sobre setembro de 2010, somando 1,5 milhão de pessoas. Também ficou estável o contingente da população ocupada, ficando em 22,7 milhões em setembro. Já em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de 1,7%.

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Na comparação regional, a taxa de desocupação aumentou apenas na região metropolitana do Rio de Janeiro, onde passou de 5,1% para 5,7%. Em relação a setembro do ano passado, houve queda de 2,4 pontos percentuais na região metropolitana de Recife. As demais ficaram estáveis também na comparação anual.

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado somou 11,0 milhões, não registrando variação sobre agosto, segundo o IBGE. Mas, na comparação anual, mostrou crescimento de 6,7%.

Salário
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores caiu 1,8% em relação ao mês anterior, ficando em R$ 1.607,60. Já em relação ao mesmo período do ano passado, ficou estável. Houve recuo do salário médio em Recife, em Porto Alegre, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em São Paulo. No mesmo período, o rendimento mostrou alta em Salvador (1,5%). Na comparação com setembro de 2010, os salários médio aumentaram em Salvador e no Rio de Janeiro, mas caíram em Recife, em Porto Alegre e em São Paulo. Em Belo Horizonte, ficou estável.

Entre os setores pesquisados pelo IBGE, o grupo "outros serviços", que compreende alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais, apresentou o maior aumento no rendimento médio em relação a setembro de 2010, com alta de 6,9%.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PM usa bomba de gás lacrimogêneo para dispersar camelôs no Brás

Categoria realiza segundo dia consecutivo de protestos em São Paulo. Alunos tiveram que se proteger em escola.

Juliana CardilliDo G1 SP

fuga protesto camelôs (Foto: Werther Santana/Agência Estado)Manifestantes fogem após PM lançar bombas de efeito moral (Foto: Werther Santana/Agência Estado)

A Polícia Militar voltou a usar bombas de efeito moral por volta das 9h40 desta quarta-feira (26) para conter os camelôs que protestavam na região da Feira da Madrugada, no Brás, no Centro de São Paulo, desde a madrugada. Este é o segundo dia de manifestação da categoria. No horário, bombas de gás lacrimogêneo obrigaram alunos da Escola Técnica Estadual (Etec) Carlos de Campos, na Rua Oriente, que começavam a ser dispensados por causa dos protestos, a voltar para a escola para se protegerem. Segundo a diretora acadêmica da Etec, Eliane Leite, assim como na terça-feira (25), a instituição decidiu liberar os alunos por questões de segurança.

Após a confusão, os ambulantes se dispersaram. Desde a madrugada, os camelôs que trabalham na região protestam contra a proibição de montarem suas barracas nas ruas do bairro.

Segundo o major da PM Wanderley Barbosa Filho, que comanda a operação no Brás, duas pessoas foram detidas nesta manhã por depredação. Às 10h30, ele informou que a ordem no bairro havia sido restabelecida e que o trânsito estava liberado em toda a região. Policiais realizam bloqueios para garantir que os ambulantes não voltarão a ocupar as ruas. “Acabou o diálogo com os manfiestantes. Eles não souberam cumprir as orientações”, disse Barbosa Filho.

De acordo com o major, a polícia precisou usar bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo porque os manifestantes bloquearam totalmente ruas do Brás, não acatacando a ordem de liberá-las.

Ao longo desta manhã, os camelôs obrigaram os comerciantes que insistiam em manter seus estabecimentos funcionando a baixarem as portas. Em sua grande maioria, as lojas da região da Feira da Madrugada amanheceram fechadas ou com as portas abertas pela metade.

rua oriente (Foto: Juliana Cardilli/G1)Lojas amanheceram fechadas ou com as portas abertas pela metade nas ruas do Brás (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Na madrugada, os camelôs bloquearam a Avenida do Estado. Pela manhã, por volta das 7h05, eles voltaram a interditar a via por 15 minutos e só se retiraram após a ação da Polícia Militar. A Tropa de Choque e a cavalaria foram acionadas. Os manifestantes foram dispersos com bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha. Segundo o major Marcelo Pignatari, a PM agiu por conta dos atos de vandalismo. "A PM está aqui para garantir a manifestação deles. A partir do momento que começaram a praticar atos de vandalismo, tivemos que agir". Segundo ele, os camelôs tentaram apedrejar lojas, incendiar um automóvel e fizeram pequenos focos de incêndio nas ruas do Brás.

"Tinha sido acordado com os manifestantes que a Avenida do Estado não seria interditada. Como descumpriram, a PM foi obrigada a agir com o Choque", explicou o major. Ainda de acordo com Pignatari, a Troca de Choque permanecerá no bairro para garantir o funcionamento do comércio. O presidente do Sindicato dos Camelôs Independentes de São Paulo, Leandro Dantas, entretanto, afirma que o que havia sido acordado com a PM é que os manifestantes iriam bloquear a Avenida do Estado por apenas dez minutos e que a corporação descumpriu o acertado.

protesto feira madrugada (Foto: Juliana Cardilli/G1)Após novo tumulto, PM bloqueia vias do Brás para
evitar que camelôs voltem a se concentrar (Foto:
Juliana Cardilli/G1)

Segundo Dantas, a intenção é fazer uma manifestação pacífica, sem confrontos. Os atos de vandalismo, segundo ele, foram causados por pessoas "infiltradas" no movimento. O representante dos camelôs informou ainda que a categoria programa um protesto conjunto com os comerciantes, que apoiariam os ambulantes, segundo ele. Dantas reclama ainda da falta de negociação com a Prefeitura de São Paulo. Os camelôs pedem à administração municipal a autorização para trabalharem nas ruas do Brás até dezembro, período em que alegam ser o melhor do ano para as vendas. Para a PM, os ambulantes não são cadastrados e não têm, portanto, autorização para montar suas barracas naquela área.

A feira estava aberta desde esta madrugada, com policiais militares reforçando a segurança em suas entradas. Ninguém foi preso e não foi registrado vandalismo ou confronto com os policiais militares que acompanharam a manifestação.

Segundo o comando da PM, cerca de 400 policiais estavam na região da feira por volta das 6h45 desta quarta-feria, incluindo homens da Força Tática. A cavalaria da corporação bloqueava o acesso da Rua São Caetano, no cruzamento com a Avenida do Estado. Ainda segundo a PM, cerca de 300 manifestantes ocupam as ruas do bairro no início desta manhã.

A manifestação começou na noite de segunda e se estendeu pela madrugada de terça-feira (25), quando a PM iniciou a Operação Delegada nas ruas do bairro. Manifestantes incendiaram dois carros, e uma banca de jornal e uma loja foram depredadas. Durante toda a manhã de terça, foram feitas manifestações e as lojas da região foram impedidas de permanecer com suas portas abertas.

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Receita intensificará fiscalização de despesas médicas no IR

LORENNA RODRIGUES
DE BRASÍLIA
DE SÃO PAULO

Atualizado às 12h56.

A Receita Federal intensificará a fiscalização para evitar fraudes na declaração de despesas médicas no Imposto de Renda 2011. A entrega das declarações começará em 1º de março.

Segundo o secretário Carlos Alberto Barreto, serão feitas operações preventivas em malha e uma campanha publicitária alertando os contribuintes em relação a compra de recibos falsos e outras práticas criminosas que podem ser cometidas no preenchimento da declaração.

Receita cria órgão para barrar sonegação em produtos importados

"Vamos deixar o contribuinte avisado para evitar que depois ele seja surpreendido", afirmou.

Nesse ano, a Receita cruzará informações prestadas pelos contribuintes pessoa física com as passadas por médicos e hospitais, por exemplo, para conferir a veracidade dos recibos.

No ano passado, a Receita padronizou o formulário que prestadores de serviços médicos entregam ao fisco. Foi mais uma medida para apertar o cerco aos sonegadores, especialmente na área de saúde.

O documento ajudará a Receita a comparar a declaração entregue pelo contribuinte com a do médico cujas despesas foram declaradas, o que facilita a identificação de eventuais sonegadores.

IMPORTADOS

A Receita Federal anunciou também que criará, ainda no primeiro semestre, um Centro Nacional de Gestão de Riscos Aduaneiros. O novo órgão, que terá sede em São Paulo ou no Paraná, funcionará como um centro de inteligência onde serão cruzadas informações de todas as aduanas do país para detectar fraudes como o subfaturamento de produtos importados --problema encontrado principalmente em produtos provenientes da China.

Entre os produtos que estarão na lista negra do centro estão máquinas e equipamentos, tecidos, equipamentos e autopeças. A ideia é impedir que esses produtos entrem no país com preços de nota abaixo do efetivo, pagando assim menos impostos e concorrendo de forma desleal com os produzidos no Brasil.

De acordo com Barreto, a vantagem do órgão será centralizar as informações que hoje estão espalhadas pelos postos da Receita nas fronteiras.

"Hoje você atua muito no varejo, em cada porto. Você perde a visão do todo", disse.

Segundo o secretário, há uma expectativa de que esse tipo de crime aumente ainda mais com a sobretaxação de alguns produtos importados estudada pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

"Em qualquer procedimento de comércio exterior, quanto mais aumenta as taxas, mais os importadores usam esses instrumentos [ilegais]", afirmou.

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Ações européias sobem pelo quarto dia e atingem máxima em 26 meses

O índice FTSEurofirst 300 fechou em alta de 0,31%, aos 1.122 pontos.
Gigantes do setor financeiro tiveram um dos melhores desempenhos do dia. 

Da Reuters

As principais ações europeias subiram pelo quarto dia consecutivo nesta quinta-feira (9), alcançando nova máxima em 26 meses, com a queda nos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos e a prorrogação de redução de impostos fomentando otimismo sobre o crescimento da economia norte-americana.

O índice FTSEurofirst 300, que acompanha as principais empresas europeias, fechou em alta de 0,31%, aos 1.122 pontos, maior patamar desde setembro de 2008.

Gigantes do setor financeiro tiveram um dos melhores desempenhos do dia. Barclays, Société Générale e AXA subiram entre 3,8% e 4,6%.

"O mercado está se focando nas perspectivas de crescimento para o próximo ano", disse Richard Jeffrey, diretor de investimentos na Cazenove Capital Management.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 0,23%, a 5.807 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,17%, para 6.964 pontos. Em Paria, o índice CAC-40 avançou 0,68%, para 3.858 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib encerrou em alta de 0,68%, a 20.533 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou valorização de 1,06%, para 10.185 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 teve variação positiva de 0,71%, para 7.943 pontos.

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Ex-patrão da Parmalat é condenado a 18 anos de prisão na Itália

Falência em 2003 deixou um buraco de 14 bilhões de euros.
Outros 16 foram julgados por fraude, bancarrota e formação de quadrilha.

Da France Presse

Calisto Tanzi, fundador da Parmalat, em foto de arquivoCalisto Tanzi, fundador da Parmalat, em foto de
arquivo (Foto: AFP)

Calisto Tanzi, fundador e ex-proprietário do grupo italiano Parmalat, cuja falência em 2003 deixou um buraco de 14 bilhões de euros, foi condenado nesta quinta-feira (9) por um tribunal de Parma (norte) a 18 anos de prisão, anunciaram os meios de comunicação locais.

A sentença foi pronunciada pela corte depois de mais de cinco horas de deliberações a portas fechadas.

A promotoria de Parma pediu uma pena de 20 anos de prisão para Tanzi, fundador do grupo alimentar italiano e considerado o "cérebro" da fraude que provocou a falência da maior multinacional italiana da alimentação.

Outras 16 pessoas foram julgadas por fraude, bancarrota e formação de quadrilha.

O caso Parmalat, considerado um dos maiores escândalos financeiros da Europa, explodiu em dezembro de 2003 depois da descoberta de um buraco contábil de mais de 21 bilhões de dólares ao câmbio atual.

Parmalat, que foi declarada insolvente poucos dias depois, empregava então 36.000 pessoas em 30 países e tinha fábricas e investimentos em quase toda a América Latina, em particular no Brasil.

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Bernardo anuncia que vai cortar R$ 8 bilhões do Orçamento de 2011

Ministro assegurou que obras do PAC não sofrerão com os cortes.
Responsáveis por desvios para empresas fantasma serão punidos, diz.

Alexandro MartelloDo G1, em Brasília

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, informou nesta quinta-feira (9) que vai enviar ao Congresso Nacional uma revisão, para baixo, de R$ 8 bilhões em gastos do Orçamento de 2011, que está sendo debatido pelo Legislativo.

Segundo ele, haverá uma "avaliação política" de onde serão cortados os recursos. Questionado quem efetuaria os bloqueios da pasta das Comunicações, que o próprio Bernardo está assumindo no próximo ano, ele afirmou que indicaria alguém "acima de suspeita" para essa tarefa.

"A Receita Federal fez uma nova projeção de receita, que é R$ 12 bilhões menor do que tínhamos enviado para o Congresso. Em termos de receita líquida, são R$ 8 bilhões a menos. Já recebemos orientação do Mantega [ministro da Fazenda], e conversei com Miriam [Belchior, futura ministra do Planejamento], e a SOF [Secretaria de Orçamento Federal] já está providenciando a indicação para o Congresso de onde vamos cortar esses R$ 8 bilhões", disse Bernardo durante balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Segundo ele, os cortes no Orçamento de 2011 não afetarão as obras do PAC. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que "nenhum centavo" seria cortado do programa de investimentos do governo em infraestrutura. "Também estamos trabalhando para evitar que novas despesas sejam acrescentadas. Para manter o orçamento equilibrado", disse Bernardo.

Empresas fantasma
O ministro do Planejamento disse ainda que eventuais desvios de recursos públicos para empresas fantasmas serão descobertos, e os responsáveis punidos.

"Se alguém, por algum motivo, colocou uma entidade fantasma lá, isso será descoberto. Vai ser responsabilizado. A pessoa que coloca os dados lá tem uma senha. Não é qualquer pessoa que coloca os dados lá. Se tiver uma entidade fantasma, nós saberemos quem cadastrou. A Polícia Federal, a Receita e o Ministério Público saberão tomar todas medidas e mandar para o Judiciário quem foi o malfeitor", declarou o ministro do Planejamento.

O senador Gim Argello (PTB-DF) deixou nesta segunda-feira a relatoria do Orçamento de 2011. Ele é suspeito de destinar verbas a institutos fantasmas, segundo reportagem publicada na edição do último domingo (5) pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. Argello nega. Segundo o jornal, Argello encaminhou emendas ao Orçamento de 2010 no valor de R$ 1,4 milhão que acabaram em institutos de fachada. Um jardineiro e um mecânico seriam usados como “laranjas” no esquema.


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Mantega prevê crescimento do PIB em 5% no próximo ano

JULIANA ROCHA
DE BRASÍLIA

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta quinta-feira que o crescimento econômico vai se desacelerar no ano que vem. Ele disse que sua previsão para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2011 é de 5%.

Para este ano, a previsão de Mantega é de crescimento de 8%.

PIB desacelera e cresce 0,5% no 3º trimestre, aponta IBGE
Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo

Durante discurso no balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o ministro afirmou que o crescimento de 7,5% já está garantido. Mas no último trimestre o PIB deve crescer mais de 0,5% segundo o ministro.

Hoje, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que no terceiro trimestre do ano a economia registrou alta de apenas 0,5% frente aos três meses anteriores, mostrando uma desaceleração da atividade.

No terceiro trimestre, em relação a igual período em 2009, a expansão foi de 6,7%. Já no acumulado dos nove primeiros meses, a economia teve crescimento de 8,4% frente ao mesmo período do ano passado.Houve um forte crescimento do PIB após a crise, com expansão de 2,3% no primeiro trimestre e de 1,8% no segundo.

"O [crescimento do] PIB brasileiro é o segundo maior do mundo, só atrás da China. Nós passamos a Índia, que costuma ser a segunda", comemorou Mantega.

Ele acrescentou que o PAC foi importante para impulsionar o crescimento econômico.

INFLAÇÃO

O ministro da Fazenda comentou, ainda, que a inflação ficará dentro da meta no ano que vem. Ele admitiu que os preços estão subindo, mas explicou que a culpa é dos alimentos e da sazonalidade agrícola. E previu nova alta de preços nos dois primeiros meses de 2011 por causa do reajustes de matrículas de colégios e aumentos nos transportes.

Mantega ressaltou também que a taxa de investimentos na economia em 2010 é atingiu 19% do PIB. Ele estima que essa relação subirá para 20% no ano que vem.

Para o secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa, os investimentos poderão somar 23% do PIB até 2014. Apesar disso, ele prevê que os investimentos do governo federal (sem as estatais) não vão crescer mais do que os atuais 1,25% do PIB.

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Alta do PIB do Brasil só perde para a China, diz Mantega

JULIANA ROCHA
DE BRASÍLIA
CIRILO JUNIOR
DO RIO

Atualizado às 11h57.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse acreditar que a economia brasileira vai fechar o ano com crescimento de 8%. Durante discurso no balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o ministro afirmou que o crescimento de 7,5% já está garantido. Mas no último trimestre o PIB deve crescer mais de 0,5%.

"O [crescimento do] PIB brasileiro é o segundo maior do mundo, só atrás da China. Nós passamos a Índia, que costuma ser a segunda", comemorou Mantega.

Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo
PIB desacelera e cresce 0,5% no 3º trimestre, aponta IBGE
Paulo Bernardo diz que PIB vai crescer 8% em 2010

Hoje, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que no terceiro trimestre do ano a economia registrou alta de apenas 0,5% frente aos três meses anteriores, mostrando uma desaceleração da atividade.

No terceiro trimestre, em relação a igual período em 2009, a expansão foi de 6,7%. Já no acumulado dos nove primeiros meses, a economia teve crescimento de 8,4% frente ao mesmo período do ano passado.Houve um forte crescimento do PIB após a crise, com expansão de 2,3% no primeiro trimestre e de 1,8% no segundo.

Mantega acrescentou que o PAC foi importante para impulsionar o crescimento econômico.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também afirmou nesta quinta-feira que PIB deve crescer 8% em 2010.

"Cresceu menos no terceiro trimestre, mas é bom lembrar que foi comparado sobre uma base maior. Mesmo se não crescer nada nos últimos meses do ano, registraremos alta de 7,4% ou 7,8% no ano. Acredito que na verdade cresceremos 8%", disse o Bernardo.

PIB

O PIB, que mostra o comportamento de uma economia, é a soma dos bens e serviços produzidos no país em um certo período --é formado pela indústria, agropecuária e serviços. O PIB também pode ser analisado a partir do consumo, ou seja, pelo ponto de vista de quem se apropriou do que foi produzido. Neste caso, é dividido pelo consumo das famílias, pelo consumo do governo, pelos investimentos feitos pelo governo e empresas privadas e pelas exportações.

O investimento, medido pela chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), subiu 3,9% no terceiro trimestre, se comparado ao segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre de 2009, houve alta de 21,2%. No acumulado dos nove primeiros meses, a expansão foi de 25,6%, e nos últimos 12 meses, a alta chega a 20,2%. A taxa de investimento representou 19,4% do PIB no terceiro trimestre.

SETORES

O setor industrial teve queda de 1,3% frente ao segundo trimestre. Em relação ao período de julho a setembro do ano passado, a indústria cresceu 8,3%. De janeiro a setembro, a elevação foi de 12,3%, e no acumulado em 12 meses, houve avanço de 10,2%.

Já o setor de serviços registrou incremento de 1,0% na comparação com o segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o PIB dos serviços subiu 4,9%, assim como no acumulado de janeiro a setembro e dos últimos 12 meses, cuja expansão chegou a 5,7% em ambos os casos.

O setor agropecuário, por sua vez, caiu 1,5% na comparação com o período de abril a junho deste ano. Em relação ao terceiro trimestre de 2009, a agropecuária teve alta de 7,0%. O incremento do setor chegou a 7,8% quando o desempenho de janeiro a setembro é comparado a igual período no ano passado. Nos últimos 12 meses, foi constatado avanço de 5,9%.

O consumo das famílias teve aumento de 1,6% em relação ao segundo trimestre. Quando confrontado com o terceiro trimestre de 2009, nota-se alta de 5,9%. Ao longo dos nove primeiros meses, os gastos das famílias cresceram 6,9%, e no acumulado dos últimos 12 meses, têm incremento de 7,0%.

O consumo do governo no terceiro trimestre ficou estável em relação ao trimestre anterior. Sobre igual período em 2009, constatou-se crescimento de 4,1%, o mesmo percentual verificado de janeiro a setembro. Já nos últimos 12 meses, o aumento chega a 4,8%.

Editoria de Arte/Folhapress

 

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Governo prepara corte de gastos e pode postergar obras do PAC

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta segunda-feira que o governo prepara um pacote para reduzir custos e que projetos do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) poderão ser postergados em função das medidas.

De acordo com ele, as obras que já andamento terão seus ritmos mantidos e não serão afetadas pela redução de custos do governo.

"Pode ser que tenha alguma postergação. É uma questão de ritmo. Os projetos que estão terminando neste ano ou que estão para terminar nos próximos anos não serão mexidos. Os projetos novos, que ainda vão começar, poderão começar mais lentamente ou não começarem imediatamente. [O governo vai] dar prioridade aos projetos já em andamento, que levam mais um ou dois anos para terminar", afirmou.

O ministro disse ainda que o corte de gastos ainda está sendo definido e será anunciado em breve.

Segundo Mantega, haverá cortes em todas as áreas para reduzir o custeio já existente. Além disso, o governo também vai trabalhar para impedir novos gastos. Para isso, o ministro afirmou que terá que contar com o Congresso, citando projetos que serão votados como o da PEC 300 --salário único para as polícias no Brasil-- que vai acarretar aumento de R$ 46 bilhões para a União e Estados. O governo trabalha para barrar essa PEC.

Mantega afirmou ainda que o salário mínimo para 2011, não deverá ultrapassar R$ 540.

O ministro também se mostrou contra a proposta de aumento de 56% para os servidores do judiciário.

Para o ministro, o corte no custeio abre "um espaço razoável" para a queda dos juros. Segundo Mantega, o Brasil ainda está está defasado diante do cenário internacional. "Isso causa problemas, inclusive com o câmbio. O caminho estará aberto quando houver essas mudanças para adequação no momento que for considerado pelo Banco Central".

BNDES

Ainda nesta segunda-feira, o ministro Mantega afirmou que, nas próximas duas semanas, serão anunciadas medidas para estimular o financiamento privado do país. O objetivo principal é desafogar o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Mantega disse que a maio participação do setor privado na concessão de financiamentos vai auxiliar na redução da taxa de juros Selic.

"Estamos preparando um programa para aumentar o crédito privado, com condições e prazos condizentes. Isso vai aliviar o BNDES", afirmou o ministro, que participa do seminário "Diálogos Capitais", promovido pela "Carta Capital", no Rio

Mantega elogiou as medidas do Banco Central para restringir a concessão de crédito no país, para evitar bolhas e aumento na inflação. "Essas medidas foram positivas", resumiu.

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Montadoras projetam 5º recorde seguido em vendas de veículos em 2011

Apesar das restrições de crédito ao setor automotivo anunciadas na sexta-feira passada (3) pelo governo federal, a Anfavea (associação das montadoras) prevê um crescimento de 5,2% nas vendas de veículos em 2011, na comparação com 2010.

De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira, os licenciamentos devem atingir 3,63 milhões de unidades licenciadas no país.

Se o número se concretizar, será o quinto ano consecutivo de recorde nos emplacamentos.

Para a produção, a estimativa é de um acréscimo mais modesto, de 1,1%, para 3,68 milhões de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões --também atingindo uma nova marca pela segunda vez consecutiva.

Já a estimativa para as exportações é de queda de 6,4%, totalizando 730 mil. Essa redução deve acontecer devido à valorização do real ante o dólar, na avaliação do presidente da entidade, Cledorvino Belini. "O fortalecimento do real é preocupante", disse, ressaltando a necessidade de aumentar a competitividade da indústria automotiva local dentro do cenário global.

A associação também divulgou as previsões para este ano, após anunciar o resultado até novembro.

A estimativa é vender 3,45 milhões de veículos, o que representa uma alta de 9,8% ante 2009.

Para Belini, as medidas do governo não vão afetar as vendas de dezembro e devem ser transitórias já que miram o controle da inflação.

A Anfavea também projeta expansão de 14,4% para a a produção, para 3,64 milhões de unidades, e 64,2% para as exportações, elevando o patamar atual para 780 mil automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões.

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Ação de empresa do grupo Eike Batista dispara mais de 800% na Bovespa

As ações ordinárias da PortX, do empresário Eike Batista, valorizam mais de 800% nos negócios desta sexta-feira na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), em sua estreia no segmento do Novo Mercado (voltado para empresas que adotam melhores práticas de governança). O papel é cotado por R$ 3,94, com um giro financeiro de R$ 42,5 milhões.

A PortX é proprietária do Superporto Sudeste, em Itaguaí (RJ), destinado exclusivamente à movimentação de minério de ferro e ainda em construção. Quando concluído, esse terminal deve embarcar a produção da MMX (empresa de mineração do grupo Eike Batista) e de outras empresas do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais.

Em comunicado ao mercado publicado hoje, a empresa revelou que foram assinados contratos para aquisição de terrenos próximos ao pátio de estocagem do Superporto, em Itaguaí. "Com esta aquisição, a Companhia viabiliza a potencial duplicação da capacidade de embarque de seu terminal privativo de 50 para 100 milhões de toneladas de minério de ferro por ano", afirma a diretoria da PortX no texto, que não traz detalhes sobre os custos da operação.

As outras empresas do empresário não mostram o mesmo desempenho. As ações da LLX (logística) despencam 36,4%, sendo negociadas por R$ 4,92, enquanto as ações da MMX (mineração) valorizam 1,36%, cotadas por R$ 12,67.

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Receita Federal passa a exigir informações sobre operações cambiais

A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira uma norma que torna obrigatório o fornecimento de dados sobre operações cambiais na Dimof (Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira).

A partir de hoje o fisco vai exigir também informações relativas às aquisições de moeda estrangeira, conversões de moeda estrangeira em moeda nacional e, transferências de moedas estrangeiras para o exterior.

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Segundo a Receita, a importância dos registros está relacionada ao conjunto de tributos que incidem sobre essas operações -- IRRF, Cide-Remessa, IOF Câmbio, PIS Pasep, Importação, Cofins. O volume de recursos movimentados nessas operações em 2008 ultrapassam US$ 1,2 trilhão.

A Dimof, que é exigida pela Receita desde 2008, traz informações sobre as operações financeiras efetuadas pelos usuários bancários.

A apresentação do documento já é obrigatória para os bancos, cooperativas de crédito e associações de poupança e empréstimo e com as novas regras passa a ser obrigatória também para as demais instituições que operem com câmbio.

ENTREGA

A declaração é apresentada semestralmente, em meio digital, mediante a utilização de aplicativo disponibilizado no portal da Receita Federal. Ela obedece os seguintes prazos: em relação ao período de janeiro a junho, até o último dia útil de agosto; em relação ao período de julho a dezembro, até o último dia útil de fevereiro do ano seguinte.

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BC anuncia medidas para segurar crédito e tira R$ 61 bi da economia

O Banco Central anunciou uma série de medidas para reduzir o ritmo de aumento do crédito e intensificar o processo de desaceleração da economia, a fim de evitar o aumento da inflação.

Haverá aumento do compulsório (dinheiro dos bancos que fica depositado no BC), para retirar R$ 61 bilhões da economia, restrição para empréstimos de longo prazo a pessoas físicas e retirada da ajuda do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para bancos de menor porte.

O depósito compulsório é um dos instrumentos que o Banco Central usa para controlar a quantidade de dinheiro que circula na economia. O mecanismo influencia o crédito disponível e as taxas de juros cobradas. A medida adotada neste momento pelo governo foi tomada para tentar conter a inflação.

O objetivo, de acordo com o presidente do BC, Henrique Meirelles, é restabelecer as condições do mercado de crédito no período pré-crise de 2008 e evitar a formação de bolhas.

Meirelles lembrou que, em março, um mês antes do início do último ciclo de aumento taxa básica de juros, o BC também havia anunciado medidas semelhantes para conter a expansão do crédito.

A afirmação aumenta as expectativas de que o BC voltará a aumentar a taxa básica de juros, hoje em 10,75% ao ano, na reunião da próxima semana ou em janeiro.

MEDIDAS

Além do aumento do compulsório sobre depósitos à vista e a prazo, as emissões de Letras Financeiras ficarão isentas de recolhimento compulsório (depósitos a prazo).

"Essa medida reduz a liquidez do mercado e inibe a formação de bolhas e a assunção de riscos que podem ser negativos para a saúde da economia no futuro. Elimina também o restante das medidas de liquidez introduzidas durante a crise", disse Meirelles.

Em relação ao crédito para pessoas físicas, os bancos terão de possuir uma reserva maior de capital para conceder empréstimos nas linhas: consignado (acima de 36 meses), veículos (acima de 24 meses, dependendo do valor da garantia) e outros financiamentos acima de 24 meses.

Financiamentos imobiliários, crédito rural e compra de veículos de carga (ônibus e caminhões) não serão atingidos pela medida.

"Operações com prazos muito longos e valor de garantia insuficiente passam a ser penalizadas com alocação maior de capital por parte das instituições financeiras", disse Meirelles.

Segundo ele, a tendência atual de alongamento de prazos pode levar a situações em que o bem dado em garantia já tenha perdido seu valor no final do financiamento.

INFLAÇÃO

Meirelles destacou que essa medida também tem implicações macroeconômicas, "com impacto no mercado de crédito e também via preços".

Ele afirmou que essas ações "macro-prudenciais" não substituem a política de regulação da taxa básica de juros, mas devem ser usadas de forma complementar pelo BC.

"É prudente não dissociar essas ações das de política monetária. São complementares e usadas em situações diferentes. Em março de 2010, o BC também elevou as alíquotas de compulsório e, em abril, adotou medidas de política monetária com o aumento da taxa Selic", disse o presidente do BC.

CARTEIRAS DE CRÉDITO

Em relação a carteiras de crédito, o governo vai manter o incentivo para bancos grandes comprarem ativos de instituições menores. A medida acabaria no próximo dia 31, mas foi estendida até junho de 2011.

O governo também anunciou o cronograma de retirada do mecanismo que permitiu a bancos emitir títulos que tinham garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Começa em janeiro de 2012 e termina em janeiro de 2016.

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Mantega admite alta de juros dos empréstimos com anúncio de novas medidas

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta sexta-feira que as taxas de juros de empréstimos vão subir por causa do aumento do compulsório e da exigência de capital dos bancos em relação ao risco dos financiamentos.

Entenda o que é o compulsório e como ele coloca mais dinheiro na economia
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O ministro acrescentou, porém, que considera oportunas as medidas diante da expansão do crédito no país.

"É claro que isso vai encarecer um pouco o crédito, mas nesse momento em que há expansão é oportuno fazê-lo", afirmou o ministro da Fazenda.

Mantega disse ainda que o nível de financiamento no Brasil já voltou ao nível anterior à crise financeira dos Estados Unidos, iniciada em 2008.

Apesar da preocupação do governo com o mercado de crédito no país, Mantega negou que a qualidade dos financiamentos, como o nível de inadimplência e a capacidade de pagamento, seja ruim.

"Não é que o crédito está preocupante. Hoje já foi totalmente restabelecido o crédito do período pós-crise. Tem que dar uma moderada para que não passe dos limites", afirmou.

MEDIDAS

O Banco Central anunciou hoje uma série de medidas para reduzir o ritmo de aumento do crédito e intensificar o processo de desaceleração da economia, a fim de evitar o aumento da inflação.

Haverá aumento do compulsório (dinheiro dos bancos que fica depositado no BC), para retirar R$ 61 bilhões da economia, restrição para empréstimos de longo prazo a pessoas físicas e retirada da ajuda do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para bancos de menor porte.

O depósito compulsório é um dos instrumentos que o Banco Central usa para controlar a quantidade de dinheiro que circula na economia. O mecanismo influencia o crédito disponível e as taxas de juros cobradas. A medida adotada neste momento pelo governo foi tomada para tentar conter a inflação.

O objetivo, de acordo com o presidente do BC, Henrique Meirelles, é restabelecer as condições do mercado de crédito no período pré-crise de 2008 e evitar a formação de bolhas.

MEDIDAS

Além do aumento do compulsório sobre depósitos à vista e a prazo, as emissões de Letras Financeiras ficarão isentas de recolhimento compulsório (depósitos a prazo).

"Essa medida reduz a liquidez do mercado e inibe a formação de bolhas e a assunção de riscos que podem ser negativos para a saúde da economia no futuro. Elimina também o restante das medidas de liquidez introduzidas durante a crise", disse o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Em relação ao crédito para pessoas físicas, os bancos terão de possuir uma reserva maior de capital para conceder empréstimos nas linhas: consignado (acima de 36 meses), veículos (acima de 24 meses, dependendo do valor da garantia) e outros financiamentos acima de 24 meses.

Financiamentos imobiliários, crédito rural e compra de veículos de carga (ônibus e caminhões) não serão atingidos pela medida.

INFLAÇÃO

Meirelles destacou que essa medida também tem implicações macroeconômicas, "com impacto no mercado de crédito e também via preços".

Ele afirmou que essas ações "macro-prudenciais" não substituem a política de regulação da taxa básica de juros, mas devem ser usadas de forma complementar pelo BC.

"É prudente não dissociar essas ações das de política monetária. São complementares e usadas em situações diferentes. Em março de 2010, o BC também elevou as alíquotas de compulsório e, em abril, adotou medidas de política monetária com o aumento da taxa Selic", disse o presidente do BC.

CARTEIRAS DE CRÉDITO

Em relação a carteiras de crédito, o governo vai manter o incentivo para bancos grandes comprarem ativos de instituições menores. A medida acabaria no próximo dia 31, mas foi estendida até junho de 2011.

O governo também anunciou o cronograma de retirada do mecanismo que permitiu a bancos emitir títulos que tinham garantia do FGC. Começa em janeiro de 2012 e termina em janeiro de 2016.

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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Aluguel de imóvel para o Réveillon no litoral paulista sobe até 132%

Quem estiver planejando alugar um imóvel para passar o feriado de Ano-Novo no litoral paulista pode desembolsar mais do dobro do que era pago no ano passado ou até bem menos do que em 2009, dependendo da praia escolhida para a virada.

O valor do aluguel de apartamentos e casas teve aumento de até 132%, de acordo com os dados da pesquisa do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) do Estado de São Paulo com 72 imobiliárias em 12 cidades, adiantada para a Folha.

Veja a página de classificados de imóveis

O maior acréscimo foi encontrado nos apartamentos de quatro dormitórios no chamado litoral centro (Santos, São Vicente, Guarujá, Bertioga), no qual o aluguel diário passou de R$ 663 para R$ 1.540. A locação de casas com a mesma quantidade de quartos subiu 44%.

No outro extremo, o aluguel de apartamentos de três quartos no litoral sul (Mongaguá, Itanhaém, Peruíbe, Praia Grande) ficou 39% mais barato, passando de R$ 652 para R$ 400. Na mesma região, as casas seguiram o movimento inverso, apresentando alta de 38%.

Editoria de arte/Folhapress

De acordo com a pesquisa, a maioria dos proprietários determinou aos corretores e imobiliárias que fechem pacotes de locação pelo período mínimo de dez dias.

"Há sempre a possibilidade de fazer um acordo por menos tempo, mas quanto maior o número de dias mais fácil negociar uma diminuição no valor", afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto. "Esse negócio tem muita pechincha. Depende de cada um."

A sugestão de visitar o local ou pelo menos conferir fotos para ver as condições reais do imóvel é reforçada por ele, assim como o cuidado com estelionatários.

Fernando Donasci/Folhapress

Casas em uma das praias no Guarujá, no litoral paulista

Casas em uma das praias do Guarujá, no litoral de São Paulo

"Numa casa de classe média na Praia Grande vi um aviso dizendo "esse imóvel não está para locação temporária'", acrescentou, sugerindo a consulta aos locais que constam no site da entidade para ter mais segurança.

Hilton Pecorari, diretor de locação residencial do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), recomenda que o contrato traga detalhes como o número de utensílios, como copos, talheres e panelas, e a relação de eletrodomésticos e eletrônicos que estarão à disposição na casa.

Os inquilinos devem checar logo ao entrar se tudo está como acordado para detectar possíveis falhas e informar ao locador na devolução das chaves, evitando o pagamento de indenização pelo dano.

Outra dica é determinar quantas pessoas podem usar o imóvel, para evitar superlotação e consumo excessivo de água e energia. Ele recomenda ainda atenção especial ao preço. "Desconfie se ele for muito inferior à média de mercado, porque isso pode sinalizar problemas."

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Anatel adia discussão sobre novo prefixo em São Paulo

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) adiou a discussão sobre a criação de um novo código para os celulares em São Paulo. O presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, pediu hoje vista do processo para avaliar o argumento das operadores de que a solução de mais curto prazo é criar o prefixo 10, o que faria São Paulo conviver com dois DDDs, como ocorre em cidades como Nova York.

A Folha apurou que há dúvidas entre os conselheiros sobre se a melhor solução não seria a de incluir um dígito a mais nos celulares de todo o país. As operadoras, porém, dizem que levaria dois anos para operacionalizar essa mudança. O problema é que a previsão é que até o final do ano não haverá mais números de celular em São Paulo disponível para venda devido ao aumento da demanda. Ou seja, a Anatel seria responsabilizada pelo apagão.

Sardenberg quer uma posição dos técnicos da agência sobre se o prazo de implementação é mesmo de dois anos. Ele se comprometeu a não demorar na devolução do processo para discussão.

A implementação de um novo código dobra os números disponíveis em São Paulo, que passariam a ser de 74 milhões, ou 3,5 por habitante, suficiente para acompanhar a expansão até 2025. O prefixo 11 é usado hoje por 35 milhões de pessoas, sendo que a disponibilidade é de 37 milhões.

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Ministério Público recomenda suspensão da licitação do trem-bala

O Ministério Público Federal no Distrito Federal recomendou hoje à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que suspenda a licitação para concessão de exploração do trem-bala, no trecho Rio de Janeiro-Campinas (SP).

O motivo seriam falhas no estudo técnico da obra e no próprio edital de concessão que podem causar, em pouco tempo, graves prejuízos aos cofres públicos. A agência tem até segunda-feira para informar o MPF sobre as providências adotadas.

Um dos problemas apontados pelo Ministério Público é a imprecisão da estimativa de custos da implantação do trem de alta velocidade. Para a procuradora da República Raquel Branquinho, a inexistência de projetos de engenharia detalhados, com um cenário realístico da quantidade de serviços de terraplanagem, estruturas portantes e área atingida, por exemplo, impede uma avaliação confiável do impacto sócio, econômico e ambiental causado pela obra.

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) informou que está analisando dois pedidos de impugnação do leilão do trem-bala, marcado para a segunda-feira. Ontem, o presidente da ANTT, Bernardo Figueiredo, disse que não houve mudanças no edital que justificassem o alongamento do prazo.

Interessados no projeto pressionam o governo para conseguiro adiamento da data. Consórcios formados por empresas internacionais que detêm a tecnologia para a construção do trem alegam dificuldade em encontrar parceiros brasileiros e questionam a viabilidade do projeto.

Os franceses anunciaram há dois dias a desistência de participar do leilão. Outros investidores estrangeiros também ameaçam abandonar a proposta. Até agora, só o grupo sul-coreano, formado pela estatal operadora Korail e pela fabricante Rotem/Hyundai e que teria mais 20 empresas nacionais e estrangeiras, confirma que fará proposta.

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