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domingo, 7 de julho de 2013

Vídeo: aluno atira em colegas de escola em Minas Gerais

Imagem: (Reprodução Youtube)

Vídeo mostra o momento em que aluno atira em colega

As câmeras do circuito interno de TV de uma escola em Belo Horizonte flagraram o momento em que um estudante de 19 anos dispara contra dois colegas, de 15 e 16 anos, no corredor da instituição, na manhã desta quinta-feira. O atirador foi detido e afirmou que sofria bullying.

Alexandre Esteves dos Santos estava na escada da escola e esperou o colega que o teria humilhado. Quando o adolescente de 15 anos passa, Alexandre dispara contra ele, que foi atingido nas costas.

Em outra câmera, Alexandre caminha pelo corredor, enquanto outros alunos começam a correr. Quando o aluno atingido no ombro passa novamente pelo atirador, é outra vez perseguido e baleado. Um dos tiros atingiu outro aluno que estava próximo.

A Polícia Civil diz que vai apurar a denúncia de bullying e os disparos dentro da escola. Os detalhes da investigação não foram divulgados.

Segundo o tenente Rodrigo Lima, do 35º Batalhão da 150ª Companhia da Polícia Militar (PM), o atirador disse que faz tratamento psiquiátrico e é portador de necessidades especiais. O estudante foi armado até a escola e, na entrada da aula, atirou cinco vezes contra um adolescente, que foi ferido na barriga. Um outro jovem foi atingido no ombro e na orelha.

Alexandre contou à polícia que mora com a avó e que na noite dessa quarta-feira um tio dele, que é cabo do 1º BPM, dormiu na casa. O jovem encontrou a arma e na manhã desta quinta-feira (4) pegou o revólver calibre 38 e o levou para escola. Ainda segundo a PM, o autor dos disparos não possui passagens pela polícia. A escola também informou que o aluno não tinha histórico de indisciplina.

O tio do adolescente foi detido por omissão de cautela. A Polícia Militar vai abrir uma sindicância para apurar o fato. A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) informou que a escola tem câmeras de segurança e que o atentado foi um fato isolado, já que não havia sido registrado nenhum outro incidente policial na escola.

Veja o vídeo e deixe seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: O DIA

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domingo, 23 de junho de 2013

Polícia indicia manifestante por confronto na prefeitura do Rio

Fotos mostram homem armado com barra de ferro.
Administrador de empresas teve prisão temporária pedida.

A Polícia Civil indiciou, na noite de sábado (22) o administrador de empresas Gabriel Campos Pessoa de Mello, de 29 anos, pelos crimes de lesão corporal, ameaça, dano ao patrimônio, incitação ao crime e formação de quadrilha, por envolvimento na confusão que marcou o início dos confrontos e atos de vandalismo na quinta-feira (20) em frente ao prédio do Centro Administrativo da Prefeitura do Rio, na Avenida Presidente Vargas.

Segundo informou a Polícia Civil neste domingo (23), o delegado adjunto da Delegacia da Rua Gomes Freire, Antônio Bonfim, solicitou no início da madrugada, no plantão judiciário, a prisão temporária por cinco dias de Gabriel.

Ainda de acordo com a polícia, ao inquérito enviado ao Ministério Público e à Justiça estão anexadas fotos que mostram Gabriel em várias situações: armado com uma barra de ferro na mão, em luta com outros homens e também afrontando policiais militares a cavalo que faziam a proteção do prédio.

Também com base em imagens registradas em frente ao prédio da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a 5ª DP (Mem de Sá) pediu à Justiça na noite de sexta-feira (21) a prisão temporária de cinco homens que aparecem em atitudes criminosas durante a manifestação de segunda-feira (17). O pedido foi negado pelo juízo do plantão judiciário, segundo informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil.

No Leblon, manifestantes que na noite de sexta-feira (21) se reuniram em frente à residência do governador Sérgio Cabral, no Leblon, na Zona Sul do Rio, permanecem no local na manhã deste domingo (23), acampados na Avenida Delfim Moreira, na altura da Rua Aristides Espínola. A via está fechada para a área de lazer tradicional dos domingos.

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Balanço preliminar da PM registra 32 prisões em Belo Horizonte

Detenções ocorreram das 15h de sábado (22) às 5h de domingo (23).
Setenta mil pessoas participaram de manifestação na capital mineira.

Um balanço preliminar divulgado, neste domingo (23),  pela Polícia Militar (PM) registra que 32 pessoas foram presas em Belo Horizonte em ocorrências relacionadas ao protesto deste sábado (22), que levou cerca de 70 mil pessoas às ruas. Os dados consideram detenções feitas das 15h de ontem até as 5h deste domingo (23). A maioria está relacionada a danos ao patrimônio público na área central da capital mineira, conforme informou a polícia.

A manifestação em Belo Horizonte, apesar de pacífica em grande parte do sábado, foi marcada pelo confronto entre policiais e manifestantes exaltados. Treze pessoas estão internadas em hospitais com ferimentos leves a muito graves, além de cinco policiais que também foram feridos.

22/06 - Manifestantes (abaixo) montam barricada durante enfrentamento com a Polícia Militar neste sábado, em Belo Horizonte (Foto: Alexandre C. Mota/Reuters)Manifestantes (abaixo) montam barricada durante enfrentamento com a Polícia Militar neste sábado, em Belo Horizonte (Foto: Alexandre C. Mota/Reuters)

No fim da noite de sábado (22), a Polícia Militar disse, em nota, que estava sendo obrigada a utilizar da força para reprimir a atuação de aproximadamente 500 marginais que praticavam atos de vandalismo no Centro de Belo Horizonte, como a depredação de equipamentos públicos e estabelecimentos comerciais. A corporação também informou que não mediria esforços para reprimir esses atos criminosos e prender os responsáveis. Por fim, destacou que tem a orientação do governo de assegurar que as manifestações populares transcorram de forma ordeira e pacífica.
Confronto em Belo Horizonte
O cruzamento das avenidas Antônio Carlos e Abraão Caram, na região da Pampulha, próximo ao Mineirão, virou uma cena de guerra, com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo lançadas pelos policiais, após uma chuva de pedras jogadas por alguns manifestantes na barreira formada pelos militares. Os PMs usaram, além das bombas, balas de borracha, a Cavalaria e a Tropa de Choque para conter a desordem. Enquanto isso, os vândalos, que não representam a maioria do protesto, ateavam fogo em objetos, e revidavam com mais pedras. Eles resistiram por mais de duas horas no local, até que a confusão se dissipasse.

O protesto começou na Praça Sete, por volta das 10h, quando já era possível ver a movimentação. Muitas bandeiras do Brasil eram vistas. A alegria estava em gritos de guerra bem humorados, mas não sem deixar claro os alvos do protesto.

Bandeiras LGBT foram erguidas durante protesto. (Foto: Sara Antunes/G1)Bandeiras LGBT foram erguidas durante protesto
(Foto: Sara Antunes/G1)

Além de protestar contra os recursos destinados para a realização da competição, eles reclamam dos R$ 0,05 de redução nas passagens de ônibus anunciados pelo prefeito Marcio Lacerda. Outras pautas estão na manifestação, entre elas o fim da chamada PEC 37, emenda que muda a Constituição e determina que somente as polícias sejam responsáveis por investigações; o Estatuto do Nascituro. Os manifestantes também são contra a proposta de lei aprovada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados conhecida como "cura gay", contra a precariedade da saúde pública, contra a falta de qualidade na educação e os baixos salários dos professores, contra a violência policial e contra a fome e a miséria.

Uma multidão invadiu as avenidas Afonso Pena e Antônio Carlos, passando pela Praça da Estação. Um mar de gente seguiu até o Hospital Belo Horizonte, onde cantaram “Carinhoso”, para os internados. Depois, cantaram uma versão da música com letra de protesto. O barulho diminuiu em uma atitude de respeito.

As 70 mil pessoas foram até a Pampulha, quando a situação ficou mais tensa. Uma reportagem do MGTV 2ª edição mostra a barreira de policiais militares na Avenida Abrão Caram, próximo à rotatória do Ginásio Mineirinho. Neste momento, várias pedras são atiradas, e os policiais resistem. Minutos depois, bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo são lançadas, para dispersar os manifestantes. Os mais exaltados voltam para o ponto de início do confronto, e mais bombas foram lançadas. Concessionárias foram depredadas, uma delas totalmente destruída.

No campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a segurança foi feita pelo Exército Brasileiro, já que é considerado território federal. Várias pedras foram lançadas para dentro da grade. Mas nenhuma confusão importante foi registrada dentro da universidade.

Um batalhão do Corpo de Bombeiros, na Avenida Antônio Carlos, sofreu uma tentativa de invasão. Alguns manifestantes contiveram um grupo mais exaltado até a chegadada da Tropa de Choque, quando a situação foi resolvida.

A Cavalaria precisou entrar em ação, e o confronto demorou a ser controlado. Vândalos seguiram de volta para a Praça Sete, onde atos de violência e baderna foram registrados. Várias lojas foram depredadas. A Polícia Militar, com a Tropa de Choque, ocupou as ruas do centro para impedir novos atos de vandalismo.

Belo Horizonte – Homem ferido na região do estádio do Mineirão é auxiliado por policiais; estádio recebeu neste sábado jogo México x Japão, válido pela Copa das Confederações (Foto: Sergio Moraes/Reuters)Homem é ferido na região do estádio do Mineirão
(Foto: Sergio Moraes/Reuters)

Entre os manifestantes, um senhor foi atingido na cabeça, e saiu protegido por policiais. Treze pessoas estão internadas em hospitais de Belo Horizonte. No Risoleta Neves, três dos feridos estão em estado mais grave, após caírem de um viaduto. Um deles corre risco de ter alguma sequela motora. Outra jovem levou uma bala de borracha e está com fratura na face.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Ratinho Criticando O Governo de Dilma Ao vivo

Só o Ratinho mesmo pra ter coragem de falar a verdade em rede nacional. Quem não viu o vídeo assistam agora e compartilhem com seus amigos. Ajude a Divulgar.
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Após ameaças norte-coreanas, clima é de tensa expectativa na península

Uma ou duas rampas de lançamento de míssil de longo alcance apontam para o céu na Coreia do Norte, o que poderia indicar a iminência de um disparo, destacou nesta quinta-feira (11) a imprensa japonesa.

Mas também poderia repersentar apenas uma isca, completou a imprensa japonesa, que citou uma fonte do ministério da Defesa nipônico.

O governo dos Estados Unidos recomendou que a Coreia do Norte pare de "brincar com o fogo" e renuncie ao disparo de míssil com o qual ameaça a região da Península Coreana, apesar das sanções internacionais.

Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul permanecem em alerta ante a ameaça das declarações bélicas do regime norte-coreano e os atos de desafio à comunidade internacional durante os últimos meses. Apesar da retórica cada vez mais agressiva da Coreia do Norte, até agora, nada aconteceu.

Desde fevereiro de 2012, Pyongyang lançou dois mísseis - um deles com sucesso, em dezembro passado -, considerados pelas potências ocidentais testes disfarçados de mísseis balísticos, executou um teste nuclear - seu terceiro, e que resultou em novas sanções do Conselho de Segurança da ONU -, anunciou a retomada das atividades nucleares e posicionou mísseis de médio alcance em sua costa leste.

Mísseis Patriot do exército da Coreia do Sul posicionados nesta quinta-feira (11) em localidade não identificada na capital, Seul, nesta quinta-feira (11) (Foto: AFP)Mísseis Patriot do exército da Coreia do Sul posicionados nesta quinta-feira (11) em localidade não identificada na capital, Seul, nesta quinta-feira (11) (Foto: AFP)

"Com sua retórica bélica, suas ações, a Coreia do Norte está deslizando muito perto de uma linha perigosa e não ajuda a acalmar uma situação volátil", disse na quarta-feira o diretor do Pentágono, Chuck Hagel.

"Nosso país está totalmente preparado para enfrentar qualquer eventualidade, qualquer ação que a Coreia do Norte possa executar, todas as provocações", disse.

mapa coreias 05.04 (Foto: Arte/G1)

Ignorando as advertências da vizinha e aliada China, Pyongyang instalou na semana passada em sua costa oriental dois mísseis Musudan de alcance teórico de 3.000 quilômetros, capacidade para atingir o Japão. Com uma carga leve, poderia viajar 4.000 quilômetros e atingir a ilha americana de Guam, situada a 3.380 quilômetros e onde estão 6.000 soldados americanos.

O eventual lançamento pode acontecer até 15 de abril, data em que o regime comunista comemora o nascimento do fundador da República Democrática Popular da Coreia, Kim Il-sung, falecido em 1994, ou poderia coincidir com a visita a Seul na sexta-feira do secretário de Estado americano, John Kerry, e do secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen.

Kim In-sung é avô do atual ditador norte-coreano, Kim Jong-un, um jovem de cerca de 30 anos conhecido pelo seu estilo excêntrico e considerado inexperiente e imprevisível pelos analistas.

Segundo uma fonte do governo sul-coreano, Pyongyang poderia disparar vários projéteis. Foram detectados movimentos de veículos lançadores que transportavam mísseis Scud (alcance de centenas de quilômetros) e de Rodong (alcance pouco mais de 1.000 quilômetros).

A Coreia do Sul deslocou os mísseis em várias ocasiões nos últimos dias, com o objetivo de dificultar os trabalhos da inteligência estrangeira e "cansar" os agentes responsáveis pela vigilância das rampas, informou a agência sul-coreana Yonhap.

Questionado sobre as capacidades balísticas da Coreia do Norte, o general americano Martin Dempsey afirmou que, depois de vários testes com sucesso de mísseis, "é possível projetar o pior cenário".

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Coreia do Norte ameaça atacar as principais cidades do Japão

País promete transformar território japonês em 'campo de batalha'.Japão instalou bateria antimisseis contra ameaças norte-coreanas.

A Coreia do Norte ameaçou nesta quarta-feira (10) transformar o Japão em um "campo de batalha", com possíveis ataques a suas principais cidades, entre elas Tóquio, Osaka e Kioto, caso os japoneses produzam movimentos que provoquem o início de um conflito armado.

Em um editorial publicado pelo jornal "Rodong Sinmundo", pertencente ao partido único norte-coreano, o regime ameaça causar a "destruição" do Japão se esse país agir politicamente contra a Coreia do Norte, em um momento de elevada tensão na Península Coreana pelas contínuas ameaças bélicas norte-coreanas a Estados Unidos e Coreia do Sul.

"O Japão está perto do nosso território e, portanto, não poderá fugir dos nossos ataques", detalha o editorial, que cita cinco cidades japonesas, nas quais se encontra um terço dos 127 milhões de japoneses, como possíveis alvos militares.

Imagem aérea mostra as unidades Patriot Advanced Capability-3 (PAC-3), o sistema de interceptação de mísseis do Japão, instalados frente a ameaças da Coreia do Norte. (Foto: Kyodo/Reuters)Imagem aérea mostra as unidades Patriot Advanced Capability-3 (PAC-3), o sistema de interceptação de mísseis do Japão. (Foto: Kyodo/Reuters)

O editorial norte-coreano denuncia que o Japão posicionou vários contingentes militares na costa em frente ao país comunista, e promete que "se houver um ato de guerra, todo o território do arquipélago japonês se transformará em um campo de batalha".

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Pyongyang também reitera sua ameaça contra as bases militares dos EUA em território japonês: "o Exército da Coreia do Norte é absolutamente capaz de fazer saltar pelos ares as bases militares não só no Japão como em outras áreas da região Ásia-Pacífico".

"O atual regime japonês está optando pelo risco militar, intensificando sua política hostil à Coreia do Norte, em linha com a política dura dos EUA de reprimir com a força das armas", assinala o editorial.

Na terça-feira (9), perante a possibilidade de Pyongyang realizar em breve testes de mísseis, o Japão desdobrou no centro de Tóquio sistemas antimísseis terra-ar.

Esses sistemas instalados na capital serviriam para derrubar projéteis no caso de um hipotético ataque escapar dos destróieres que o Japão tem localizados no Mar do Japão.

O fechado regime comunista norte-coreano aumentou, nas últimas semanas, a retórica belicista contra seus adversários EUA e Coreia do Sul, em resposta às novas sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU contra o país, por conta de seu terceiro teste nuclear.

A Coreia do Norte também protesta contra os exercícios militares conjuntos feitos por EUA e Coreia do Sul em território sul-coreano.

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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Bancada evangélica da Câmara defende Marco Feliciano

A bancada evangélica da Câmara dos Deputados saiu nesta segunda-feira (8) em defesa da permanência de Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Casa.

Em uma sessão de homenagem à Igreja Assembleia de Deus, no plenário da Câmara, deputados evangélicos dispararam recados aos líderes partidários, que se reúnem nesta terça-feira (9) com Feliciano para discutir a sua manutenção à frente do grupo.

Os líderes devem fazer um apelo para que ele deixe o cargo. Desde que assumiu o posto, no dia 7 de março, o parlamentar virou alvo de protestos que o acusam de racismo e de homofobia. Ele nega e resiste em deixar a presidência da comissão. De acordo com o regimento da Casa, ele não pode ser destituído.

Leia também: Alexandre Garcia critica manifestações contra Feliciano; ouça

A interlocutores Feliciano disse que defenderá o direito a ter condições de trabalho na comissão. Segundo o deputado, a decisão de fechar as reuniões do grupo para o público externo foi uma tentativa de manter a ordem diante das manifestações.

Para integrantes da bancada evangélica, Feliciano sofre preconceito por ser do segmento religioso. “Se deixar prevalecer meia dúzia de ativistas porque não têm visão igual à nossa, podemos colocar 2, 3, 4 milhões de cristãos na porta dessa Casa”, afirmou o deputado Takayama (PSC-PR).

Para ele, os integrantes da bancada evangélica não aceitam o rótulo de homofóbicos. “Nós nunca nos opusemos a que os simpatizantes da homossexualidade ou de qualquer outra visão ocupem a presidência de comissões, mas quando temos a oportunidade de colocar um presidente em uma comissão, querer dizer que não podemos?”, questionou.

O deputado Nilton Capixaba (PTB-RO) também saiu em defesa do colega. Afirmou que Feliciano está sendo ferido em seu direito à liberdade de expressão. “Ele fará chegar o direito humano às pessoas que precisam”.

Outros congressistas que participaram da sessão disseram que qualquer tipo de proposta que legalize o aborto, regulamente a prostituição como profissão ou descriminalize as drogas não terá apoio da bancada.

Contrária

A ministra Maria do Rosário (Secretaria dos Direitos Humanos), que visitou uma exposição no Congresso sobre holocausto, cobrou uma ação da Câmara e do Ministério Público contra Feliciano.

Para ela, as declarações do deputado incitam o ódio e a violência, e a situação de Feliciano já ultrapassou as barreiras da comissão. “Incitar a violência e o ódio é atitude ilegal, inconstitucional, e as autoridades também estão sujeitas à lei”, afirmou.

Leia sobre a lambança dos opositores: Jean Wyllys e deputados do PT tentam incriminar Pr. Silas Malafaia usando Facebook falso; Pr. Silas responde

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Fonte: Folha

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Feliciano diz que não renuncia, mas que reabrirá sessões de comissão

Feliciano diz que sai se petistas renunciarem Deputado foi a reunião de líderes, que pediram a ele que renunciasse.
Feliciano aceitou reabrir sessões da Comissão de Direitos Humanos.

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) disse nesta terça (9), após participar da reunião de líderes partidários na Câmara, que não renunciará à presidência da Comissão de Direitos Humanos, mas reabrirá para o público as sessões do órgão.

Os líderes convidaram Feliciano para a reunião a fim de tentar convencê-lo a renunciar à presidência da comissão, em razão das manifestações de protesto pelo país, motivadas por declarações do deputado consideradas homofóbicas e racistas.

Feliciano aceitou somente reabrir para o público as sessões da comissão, fechadas após aprovação de requerimento de autoria do próprio deputado. O argumento usado para restringir o acesso às reuniões tinham sido os tumultos provocados pela presença nas sessões de manifestantes pró e contra o deputado.

"Amanhã [quarta], nós vamos reabrir a sessão. Sessão aberta. Se houver manifestação, vamos ao artigo 272 do regimento", afirmou Feliciano. O artigo citado pelo deputado diz que cabe ao presidente de comissão zelar pela "ordem" das reuniões do colegiado.

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Indagado sobre a decisão de não renunciar, o parlamentar do PSC afirmou: "Eu fico. Eu fui eleito democraticamente. Me dêem uma chance de trabalhar."

De acordo com o blog do jornalista Gerson Camarotti, na reunião, Feliciano reagiu ao apelo dos líderes dizendo que só renunciaria se os deputados João Paulo Cinha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP), condenados pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão, também renunciassem aos postos que ocupam na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Feliciano afirmou que tem tentado viver "um dia de cada vez" e que perdeu muito peso desde que assumiu o posto de presidente da Comissão de Direitos Humanos.

"Eu estou tentando viver. Cada dia é um dia. Estou com seis quilos a menos. Olha como eu estou. Quero uma chance de trabalhar", disse.

A reunião
Na abertura da reunião na presidência da Câmara, o líder do PSC, André Moura (SE), sugeriu que as lideranças da Casa falassem primeiro.

Feliciano ouviu em silêncio apelos para que renunciasse e discursos de apoio. Quando os líderes encerraram as falas, ele disse que não sairia.

Os líderes de PSB, PC do B, PSOL, PDT e PPS foram os mais enfáticos nas críticas a Feliciano. Dos grandes partidos, apenas os líderes de PMDB, Eduardo Cunha (RJ), e PSD, Eduardo Sciarra (PR), minimizaram as manifestações de protesto e disseram que, regimentalmente, o deputado tem o direito de permanecer à frente da comissão.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), advertiu Feliciano, segundo relatos dos líderes, que era antirregimental a decisão de limitar o acesso do público às sessões da comissão.

O líder do PSOL, Ivan Valente (SP), relatou que, diante das cobranças, Feliciano pediu que os colegas de Legislativo tivessem “misericórdia” com ele. Ainda de acordo com Valente, o deputado, que é pastor, se disse “perseguido” em razão de suas posições religiosas e que prometia, daquele momento em diante, não protagonizar mais nenhum episódio polêmico.

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Beijo gay diante de Marco Feliciano durante culto causa polêmica

Imagem de duas mulheres se beijando durante culto Belém é tema de discussões na internet

Beijo gay diante de Marco Feliciano durante culto causa polêmica

Desde que Marco Feliciano assumiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, passou a ser acusado de ser racista, machista e homofóbico. Antigas declarações em redes sociais e em sermões passaram a ser notícia a todo momento. Grupos de ativistas tem feito diferentes tipos de manifestações nos locais onde o pastor vai, seja no Congresso ou nas igrejas onde ele é convidado a pregar.

Uma das mais recentes “manifestações” é uma foto com duas mulheres se beijando dentro de uma igreja evangélica durante um culto em Belém, onde o pastor Marco Feliciano ministrou.

Mas a imagem que foi compartilhada milhares de vezes no Facebook gerou grande polêmica entre os apoiadores e também entre os críticos do parlamentar. Enquanto Feliciano aparece ao fundo, sobre o púlpito ao lado de outros líderes, duas jovens não identificadas se beijam.

“Vejam o absurdo, os ativistas gays realmente não merecem nenhum respeito! O local de culto é protegido por nossa constituição federal, mesmo assim eles não respeitam… estamos em guerra!”, escreveu um evangélico indignado que reproduziu a imagem na rede social.  De modo semelhante, centenas de evangélicos reclamaram do que consideram uma provocação acintosa e desrespeito à igreja.

Obviamente, muitos outros defenderam a atitude. “Parabéns às duas garotas que foram lá demostrar o amor que uma sente pela outra, que é o mesmo que Jesus prega em toda a Bíblia, não o ódio que é pregado por alguns, como Feliciano”, escreveu um usuário no Facebook. Há quem considere a manifestação “heroica”, pois mostraria que não há o que temer.

Curiosamente, o pastor Feliciano mencionou recentemente em um culto que os ativistas gays são mais corajosos que os crentes ao defenderem aquilo que creem. Afirmou ainda que recebeu mais de 100 ameaças de morte e aprendeu a respeitar os seus “inimigos” do movimento gay. Para ele, o    povo evangélico  está se omitindo e que as demonstrações públicas dos ativistas LGBT são manifestações de coragem que falta aos crentes.

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Lésbicas invadem local de culto e se beijam em protesto a Feliciano

Em meio às críticas em torno de sua permanência à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), em culto na noite do último sábado (6), em Belém, criticou o que chamou de "perseguição" que sofre para deixar o posto e disse ser um "lenda" e um "mito".

Grupos de manifestantes fizeram protestos no último sábado (06) e neste domingo (07), em Belém, com a visita do Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, à capital paraense para um evento religioso.

No sábado (06), parte dos manifestantes se concentrou desde o fim da tarde em frente às grades do Centro de Convenções da Assembleia de Deus, localizada na rodovia Augusto Montenegro. Com cartazes, faixas e nariz de palhaço, muitos deles em sua maioria jovens pediram "Fora, Feliciano" e tentaram chamar a atenção dos evangélicos se chegavam para o culto que seria conduzido pelo pastor às 20h.


 
A chegada de Feliciano a Belém ocorreu em sigilo e não havia registro de qualquer atividade na cidade informada no site oficial do pastor. A assessoria de Marco Feliciano informou que ele não daria declarações à imprensa por conta das polêmicas recentes envolvendo racismo e homofobia.
 
 
 
No domingo começou a circular nas redes sociais a foto acima, tirada no interior Centro de Convenções no final da pregação do pastor Marco Feliciano, quando os repórteres invadiram a frente do palco para fotografias. Duas mulheres se beijam em protesto.

A situação está chegando a um ponto explosivo. Estamos descarrilando, obviamente este não é o caminho a seguir. Oremos por uma liderança efetiva e cristã.

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Marco Feliciano afirmou mais uma vez que não renunciará

Marco Feliciano afirmou mais uma vez que não renunciará

Marco Feliciano afirmou mais uma vez que não renunciará

Marco Feliciano afirmou mais uma vez que não renunciará. Após reunião dos líderes dos partidos com representação na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (9), o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) decidiu não renunciar ao cargo de presidente da CDH (Comissão de Direitos Humanos e Minorias), posto que ocupa há um mês sob protestos.

“Eu fico. Eu fui eleito democraticamente. Pedi uma chance de poder trabalhar. Vou mostrar o trabalho”, afirmou Feliciano após a reunião desta manhã.

Depois de reunião de cerca de duas horas com líderes partidários, o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) manteve sua disposição de continuar na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e cedeu apenas aos apelos para que a realização de reuniões fechadas na comissão não seja uma regra.

O colégio de líderes acabou se dividindo sobre a permanência de Feliciano, o que lhe deu ainda mais argumentos para que continuasse no cargo. Na reunião, o pastor chegou a ironizar que só deixaria a presidência da comissão se João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP) saíssem da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A reunião ocorreu sob clima de forte tensão. Diferente do esperado, porém, não houve uma pressão maciça por uma renúncia. Líderes de PMDB, PR, PSD, PRB e PMN defenderam que o pastor tinha o direito de continuar no cargo. Do outro lado, além do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ficaram, basicamente, os líderes de PT, PPS, PDT, PCdoB e PSOL. Alguns líderes não chegaram a se pronunciar diante da insistência do pastor em continuar. O PSDB tomou uma decisão partidária de nem sequer participar do encontro após avaliar não haver saída regimental para resolver o problema.

Segundo o relato de parlamentares, Feliciano portou-se como vítima de uma perseguição. Afirmou que nada ia demovê-lo da posição de comandar a comissão e chegou a pedir “misericórdia” dos adversários. O pastor chegou a dizer que irá se policiar em declarações futuras. Ele cedeu apenas ao apelo para que recuasse da decisão de fechar todas as reuniões da comissão. Feliciano disse que fará reuniões abertas, mas que pode recorrer novamente a medidas como a retirada de manifestantes ou a mudança de plenário caso os protestos impeçam o trabalho do colegiado.

Os deputados contrários à permanência de Feliciano defendem a partir de agora que se busque uma alternativa regimental para permitir a retirada de um presidente de comissão. Pelas regras atuais, isso só é possível ao final de um processo no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar.

Na saída da reunião, dois deputados bateram boca de forma agressiva. Ivan Valente, líder do PSOL, dava entrevista com críticas a Feliciano e foi interrompido por gritos de Jair Bolsonaro (PP-RJ). “Você é um torturador, deveria estar preso”, reagiu irritado Valente. “Se você tivesse participado daquele momento estaria no saco, imbecil”, disse Bolsonaro. “Torturador”, rebateu Valente. “Se tem alguma prova denuncie”, afirmou o deputado do PP.*Informações  DAM24 / Uol

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O PT impede a renúncia de Marco Feliciano porque não abre mão de seus criminosos na CCJ

Se a imprensa, boa parte dela ao menos, que cobre o caso Marco Feliciano (PSC-SP) estivesse empenhada em reportar os fatos aos que estão do outro lado da tela, em vez de tentar convertê-los ao progressismo, só um título — ou variantes com tal conteúdo — seria possível para deixar claro o que se deu nesta terça na reunião de líderes com o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara: é o que está aí no alto. Sim, foi isto mesmo: o PT impediu a renúncia de Feliciano à presidência da comissão. Ou, se quiserem, o PT mantém Feliciano.

Por quê? O deputado aceitou renunciar à presidência da comissão. Ele só impôs uma condição: que os petistas José Genoino e João Paulo Cunha renunciassem à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). É claro que acho uma boa proposta, até porque ela surgiu primeiro neste blog. E olhem, observei então e observo agora, que Feliciano não é oficialmente um criminoso; os outros dois são.  O que é um criminoso? O Houaiss explica: “que ou aquele que infringiu por ação ou omissão o código penal, cometendo crime; delinquente, réu”.

Vamos ver como a imprensa vai noticiar a coisa. Nos sites dos grandes jornais, já vi que a informação foi parar no pé. As TVs, pelo cheiro da brilhantina, tendem a omitir a condição que ele impôs, rejeitada pelo PT. Assim, os nobres coleguinhas vão esconder dos telespectadores pela segunda vez que os petistas são os responsáveis pela manutenção de Feliciano na comissão:
a) quando a recusaram para pegar postos mais importantes, deixando-a para O PSC;
b) quando recusaram a renúncia de dois deputados criminosos.

E por que vão esconder? Ah, porque não é “progressista”. Como estão em campanha em favor do casamento gay — e podem estar, tudo certo! —, todas as notícias passarão por esse filtro. Eu sempre defendi que os veículos de comunicação tenham agenda. Só os tiranos querem impedir que tenham. Mas distorcer os fatos não é parte do jogo.

Proposta excelente
A proposta de Feliciano era excelente porque se aumentava a moralidade média da CCJ, ainda que muito pudesse ser feito por ali. Notem que Feliciano não exigiu, por exemplo, a renúncia de José Guimarães (PT-CE), irmão de Genoino, líder do PT na Câmara e chefe daquele pobre coitado encontrado com a cueca recheada de reais e dólares. Até os semoventes sabem que o dinheiro não era dele. O sujeito mal falava; tartamudeava. E olhem que Feliciano não pediu a renúncia de Ricardo Berzoini (PT), presidente do PT quando estourou o caso dos aloprados. Que ele conhecesse parte da operação ao menos, isso está comprovado pelos fatos. E olhem que Feliciano não pediu, atenção!, a renúncia de Paulo Maluf (PP-SP). Sim, ele mesmo: Maluf, acreditem, é titular de uma comissão chamada de “Constituição e Justiça”.

Que eu saiba, só mesmo os líderes do PT, PSOL, PDT, PCdoB e PPS insistiram na renúncia. Os demais acabaram concordando com a permanência.  O PSDB nem mesmo participou da reunião porque considerou que não havia dispositivo regimental que a justificasse. E não há mesmo. Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara — imaginem se Feliciano tivesse proposto a renúncia de todo mundo que está enrolado com a Justiça… — cobrou que as reuniões da comissão voltem a ser abertas. Voltarão. Quero saber se o homem que responde pela segurança dos trabalhos na Casa Legislativa garantirá também as condições necessárias para a sua realização.

Se não garantir, Feliciano pode recorrer ao Artigo 272 do Regimento Interno e fechar de novo. E o artigo diz o seguinte:
Art. 272. Será permitido a qualquer pessoa, convenientemente trajada e portando crachá de identificação, ingressar e permanecer no edifício principal da Câmara e seus anexos durante o expediente e assistir das galerias às sessões do Plenário e às reuniões das Comissões.
Parágrafo único. Os espectadores ou visitantes que se comportarem de forma inconveniente, a juízo do Presidente da Câmara ou de Comissão, bem como qualquer pessoa que perturbar a ordem em recinto da Casa, serão compelidos a sair, imediatamente, dos edifícios da Câmara.

Para encerrar
Feliciano, certamente, não representa um monte de gente. Também diz tolices e inconveniências sobre a morte de Jesus Cristo. Ooops, errei, ele falou besteira sobre a morte daquele outro mais famoso, né?, o tal John Lennon, acho… Mas representa outros tantos, como se vê na foto abaixo, de André Borges, da Folhapress. Aqueles dois que estão ali não devem ter entendido, inclusive, que o deputado seja racista.

Aos inconformados, inclusive os do jornalismo, coma liberdade de expressão, resta-me repetir a fala do economista Walter Williams:
“É fácil defender a liberdade de expressão quando as pessoas estão dizendo coisas que julgamos positivas e sensatas, mas nosso compromisso com a liberdade de expressão só é realmente posto à prova quando diante de pessoas que dizem coisas que consideramos absolutamente repulsivas”.

Por Reinaldo Azevedo
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Pastor Marco Feliciano causa polêmica ao receber diploma de defensor dos Direitos Humanos

http://noticias.gospelmais.com.br/files/2013/04/diploma-feliciano.jpg

Na última semana o pastor Marco Feliciano, recebeu do presidente da Federação Brasileira de Direitos Humanos (FBDH), Elizeu Rosa, o diploma de defensor de direitos humanos. Porém a diplomação do pastor tem causado polêmica, porque Rosa é investigado pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal por estelionato.

A Polícia Federal protocolou, em 2009, uma Ação Civil Pública contra outra entidade também presidida por Rosa, Conselho Federal de Defesa dos Direitos Humanos (CFDDH), acusando de fazer “uso ostensivo de insígnias e outros símbolos oficiais, embora não mantenham qualquer vínculo ou parceria com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos”, segundo informações do jornal O Globo.

Na ação o conselho é acusado de “mediante pagamento, nomeia delegados, conselheiros, comissários e agentes de direitos humanos, investindo-os de fantasiosos poderes de Estado e fornecendo indumentária própria de polícia, como coletes, carteiras funcionais, botons e viaturas”.

- Eles começaram a divulgar um curso pago, em que ao final, concedem um título de delegado. As pessoas se acham no direito de fazer intervenções usando distintivos de delegados dos direitos humanos. Usam coletes com a frase: protegido pelo Decreto 6044. Dão carteirada, sem ter convênio algum com a Secretaria Nacional de Direitos Humanos – acusa Carvalho, que diz também que a federação é ligada ao segmento evangélico e é conhecida por suas posições conservadoras.

A psicóloga Marisa Lobo saiu em defesa do pastor, publicando em seu Facebook uma nota na qual afirma que “a Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos esclarece em seu site que está registrada no Ministério da Justiça sob o número 08071.001848/2011-95”. A psicóloga diz ainda que, de acordo com o documento, “a partir de agora, o deputado-pastor ‘passa a gozar de todas as prerrogativas inerentes ao cargo’ de defensor dos direitos humanos”.

- Tomando-se a sério o “diploma”, Feliciano agora tem as costas esquentadas pelo Planalto e até, veja você, pela ONU. Tremei, pecadores! – finaliza Marisa Lobo.

Tumulto na Bahia

Marco Feliciano continua sendo alvo de manifestações também fora das sessões da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. No fim da semana Feliciano foi alvo de protestos ao sair da Igreja Batista Avivamento Profético, em Salvador, onde esteve para participar de um culto que integrou o 20° Congresso do Poder Impacto Espírito Santo.

De acordo com o “O Globo”, Feliciano saiu do local tentando esconder a cabeça com seu paletó para não ser reconhecido, com o objetivo de escapar do assédio de manifestantes ligados a grupos homossexuais que protestavam contra ele do lado de fora do templo.

No local, Feliciano era acompanhado pelo deputado estadual e pastor Isidório de Santana (PSB). “Ex-gay”, Santana afirmou que Marco Feliciano estava sendo alvo de perseguição religiosa, e Chamou os manifestantes contrários a Feliciano de “Zé Povinho”, e disse que não seriam abençoados por Deus por aceitarem o “sexo sujo”, como qualificou a relação homossexual.

Por Dan Martins, para o Gospel+

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Brasileiros organizam ato contra Marco Feliciano em Madri

Participantes propuseram também um ato contra o senador Renan Calheiros

Somos brasileiros, moramos em Madri e Feliciano não nos representa" é o lema dos brasileiros que se reuniram neste domingo em Sol, praça central da capital espanhola. Nem os 12ºC de temperatura foram suficientes para dispersar o pequeno grupo de 20 pessoas com cartazes de protesto pela saída do deputado Marco Feliciano da presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil.

Alguns dos protestantes moram na Espanha há 20 anos, como é o caso de Rose Maloka, uma das organizadoras do ato. Apesar de estar tanto tempo fora, ela costuma ir ao Brasil a cada dois ou três anos e está antenada com o que acontece aqui. "Queremos que os políticos brasileiros saibam que apesar de estarmos longe, amamos o Brasil e vamos defender o nosso povo, os direitos humanos, os índios, negros, homossexuais, enfim, a liberdade", explica Rose.

"Me preocupa e me ofende o fato do senhor Feliciano estar na presidência de uma comissão tão importante. Nós votamos, temos familiares no Brasil e temos o dever de protestar, afinal, deixar uma pessoa como ele neste cargo é quase como deixar a raposa tomando conta do galinheiro", protesta Elizabeth Firmino Pereira.

Sandra Brocksom, brasileira, vive em Madri há menos de dois anos e mesmo nesse curto período já esteve em seu país natal e saiu à rua para mostrar sua opinião: "eu não entendo por que há pessoas que discriminam outras. Somos todos diferentes, mas temos que ter iguais direitos". Para ela, o ato representa os conterrâneos que vivem em todos os países do mundo. "Assim como todos os políticos, o Feliciano, dentro da Câmara, deveria ser deputado e não pastor de sua igreja. Não podemos esquecer que o Brasil é um Estado laico".

Ao grupo que se reuniu às 17h (hora de Madri, 12h pelo horário de Brasília), se juntaram outros brasileiros. Em seguida um grupo de capoeiristas começou uma roda que atraiu curiosos de diferentes países. "Caso nada aconteça, vamos convocar um novo ato com participação de espanhóis e de gente de todo o mundo que mora aqui. Todos com quem falo sobre o Feliciano também ficam chocados. Eles podem não nos ouvir, mas não podem ignorar o mundo todo", ameaça Rose.

Protestos paralelos
Segundo os organizadores, depois de marcado o protesto, os participantes propuseram também um ato contra o senador Renan Calheiros, denunciado pelo Ministério Público em 2007 por sonegação de impostos, e contra o senador Blairo Maggi da Comissão de Meio Ambiente por seu histórico de participações em desmatamentos.

"Os políticos na Espanha e no Brasil são bem parecidos. A maioria só se preocupa com seus interesses e não entende que representa o povo", diz Rose. Para Ana Beatriz Arruda, brasileira e manifestante, os políticos dos dois países se parecem também na corrupção: "quero um país sem homofobia, mas também um país justo, sem tantas desigualdades".

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sábado, 6 de abril de 2013

No STF, defesa do pastor Marco Feliciano diz que a Bíblia e a história mostram que continente africano foi amaldiçoado

A defesa de Marco Feliciano (PSC-SP) apresentou seus argumentos ao Supremo Tribunal Federal (STF) no caso em que ele é acusado de discriminação, por dizer em sua conta no Twitter que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, à rejeição”.

Num trecho do documento de defesa, o advogado Rafael Novaes da Silva, que representa o pastor, menciona as acusações de racismo feitas contra Feliciano e diz que nesse episódio foi feita apenas uma citação de um trecho do livro de Gênesis, em que Noé amaldiçoa um neto, que depois , teria migrado para a região onde hoje é o continente africano.

O texto de defesa diz que “ao comentar acerca da maldição que acomete o continente africano e do primeiro caso de homossexualismo da humanidade, o parlamentar denunciado na verdade discorreu sobre a crença dos cristãos de os problemas e obstáculos não surgirem necessariamente de atos do governo e ou empresários, mas do Céu, ou seja, como se a humanidade expiasse por um carma, nascido no momento em que Noé amaldiçoou o descendente de Cão [Cam] e toda sua descendência, representada por Canaã, o mais moço de seus filhos, e que tinha acabado de vê-lo nu”.

Na apresentação dos argumentos, a ideia de que, embora a maldição tenha existido, Jesus a eliminou é ressaltada: “Toda maldição é quebrada na Cruz de Cristo. Tem ocorrido isso no continente africano. Milhares de africanos têm devotado sua vida a Deus e por isso o peso da maldição tem sido retirado”, sustenta o texto, que observa a didática bíblica como forma de reforçar sua tese: “A linguagem metafórica com que vários ensinamentos cristãos são divulgados só confirma como as manifestações do parlamentar denunciado possuem natureza teológica”.

Informalmente, o deputado já argumentou a respeito da maldição usando como ilustração um poema de Castro Alves, que era abolicionista e cita a maldição bíblica em sua obra. Recentemente, a psicóloga Marisa Lobo publicou um artigo em sua coluna no Gospel+ falando sobre o poema Vozes d’África. Leia aqui.

Estelionato

Hoje, 05 de abril, Marco Feliciano prestou depoimento no processo movido contra ele pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul por suposto estelionato, pois o pastor não compareceu a um evento para o qual recebeu cachê.

Por determinação do ministro Ricardo Lewandovski, do Supremo Tribunal Federal (STF), aconteceu numa sala a portas fechadas.

A iniciativa de Lewandovski foi tomada para permitir que o pastor pudesse responder com tranquilidade aos questionamentos que foram feitos.

“Em primeiro lugar, a sala de depoimentos é muito exígua. Cabe ao juiz instrutor, o promotor, as partes e o advogado, não há espaço para ninguém. [...] O outro é o seguinte: da mesma forma que o acusado é obrigado a comparecer para prestar seu depoimento, a lei processual penal também lhe garante a tranquilidade para prestar esse depoimento. A Constituição continua em vigor, e a intimidade e a privacidade do acusado deve ser respeitada”, argumentou Lewandovski.

O advogado de defesa do pastor afirmou que a defesa está tranquila a respeito desse caso, pois Feliciano “não tem nada a esconder”.

Corintianos na Bolívia

O caso dos torcedores corintianos presos na Bolívia sob acusação de serem os responsáveis pela morte do adolescente Kevin Espada durante um jogo da Taça Libertadores seria analisado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), e o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) faria uma viagem ao país para colher maiores informações e conversas com os torcedores, porém tudo isso foi suspenso.

A comissão alegou que já há outros parlamentares, que trabalham na Comissão de Relações Exteriores (CRE), cuidando do caso, e que manter a viagem de Feliciano seria desnecessário neste momento.

O pedido de suspensão partiu do próprio Feliciano, que antes de tomar a decisão, havia comemorado a aprovação da viagem pela CDHM por unanimidade, de acordo com o R7.

O motivo que havia levado o pastor a planejar a viagem seriam pedidos de familiares dos detentos, que relataram maus tratos e até, mencionaram risco de morte para um deles, que teria problemas renais e não estaria recebendo tratamento adequado.

Feliciano afirmou, segundo informações do G1, que após o retorno dos parlamentares da CRE, irá se atualizar sobre a situação legal dos doze torcedores e que a partir daí, poderá tomar iniciativas sobre o caso.

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) afirmou que colaborará com o trabalho da CDHM pedindo que todas as informações sejam repassadas: “Informei [a Marco Feliciano] que pedi ao Ministério de Relações Exteriores relatório sobre as ações do governo na Bolívia e que quando chegasse o remeteria à Comissão de Direitos Humanos. O pastor desistirá da viagem. Eu também não aprovaria por essas razões que apresentei, de trabalho feito”, afirmou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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Jean Wyllys e deputados do PT tentam incriminar Pr. Silas Malafaia

Os deputados federais Jean Wyllys, Érika Kokay e Domingos Dutra entraram com uma ação criminal contra o deputado e pastor Marco Feliciano, seus assessores e, também, contra o pastor Silas Malafaia, com base em informações de um perfil falso do Facebook, atribuído ao pastor Silas (veja imagem abaixo).

Pr. Silas comenta:

Os deputados Jean Wylly, Érika Kokay e Dutra estão mais para três patetas do que para deputados federais. Vamos aos fatos:

Imagem do facebook falso

1. A arma dos incompetentes é a calúnia e a difamação.

Vejam o absurdo em que chegaram três deputados na tentativa de me incriminar em uma denúncia sem pé nem cabeça, misturada com outros assuntos que não tem nada a ver comigo (clique aqui e veja). Usando um perfil falso do Facebook – o meu perfil oficial é Silas Malafaia Oficial – na tentativa de me incriminar junto ao Procurador da República.

2. O jogo é tão inescrupuloso e bandido que ao tentarem misturar minha fala com a do deputado Marco Feliciano e seus assessores, eles tentam, de maneira inescrupulosa, produzir uma notícia na imprensa – onde eles possuem muitos amiguinhos – a fim de dizer que estou sendo processado por formação de quadrilha. Isto é para vocês verem aonde eles querem chegar e porque eu não me calo.

3. Os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate democrático, querem criminalizar a opinião, e, no Brasil, amparado pela Constituição, opinião não é crime. A duras penas o Brasil ficou livre do delito de opinião. O jornalista Alexandre Garcia de maneira inteligente disse o seguinte: “Opinião homofóbica ou racista não é crime. O crime é incentivar, ou praticar a homofobia, ou o racismo”. Falar mal das práticas religiosas dos evangélicos não é crime, o crime é incitar a sociedade a praticar maldades contra nós.

4. Já disse várias vezes que tenho diferenças com o pastor Marco Feliciano, porém a questão não é ele, e sim o jogo ideológico. Os ativistas gays e seus amigos querem calar tanto ele quanto eu, pois não suportam o contraditório. Nenhum grupo social tem o monopólio das ilegalidades, ou dos direitos. E olha que coisa interessante, os que querem tirar o pastor Marco Feliciano da presidência da CDHM, e os que querem tirar os meus direitos, são os mesmos que defendem o aborto. Que moral esta gente tem para falar de Direitos Humanos? Nenhuma!

5. Vou entrar na Procuradoria Geral da República com uma ação contra os três deputados por denunciação caluniosa. Mais uma vez peço ao povo de Deus que ore por nós. É uma verdadeira batalha espiritual para deturpar os valores que Deus instituiu na terra para o bem-estar do ser humano.

IMPERDÍVEL! LEIA O COMENTÁRIO DE REINALDO AZEVEDO, NO SITE DA VEJA, SOBRE O ASSUNTO. Clique aqui e comente.

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Discussão envolvendo pastor Marco Feliciano já extrapolou o bom senso e serve apenas aos oportunistas

Cortina de fumaça – Quando a orientação sexual de determinada pessoa torna-se manchete, é porque a imprensa não tem o que noticiar e de carona no oportunismo aproveita para colocar lenha na fogueira das discussões que tomam conta do País. Resumindo, a mídia é burra e a sociedade, obtusa. Daniela Mercury postou no Instagram uma foto da “esposa” e foi o suficiente para que importantes veículos de comunicação abrissem espaço para o tema.

O que deveria ser algo normal acabou se transformando em assunto do dia. É preciso esclarecer que cada ser humano é livre e tem a sua receita de felicidade. E que faça aquilo que lhe convier, sem que o vizinho se incomode com isso ou o planeta tome conhecimento de algo pessoal. Por que tanta reverberação para um assunto que há muito deveria estar nos trilhos da normalidade? Porque é preciso manter de pé o palanque dos que fazem da orientação sexual uma plataforma política.

É compreensível que Daniela Mercury queira compartilhar sua felicidade, mas não compreendi onde o pastor Marco Feliciano entra no caso. A rainha do axé tornou público o seu relacionamento com a jornalista Malu Verçosa e criticou Feliciano. Gostaria de saber o que levou a esse ataque gratuito. Ou será que no Brasil só é permitido ser homossexual? A sociedade vive de rótulos e padrões, mas cada qual é dono do seu destino.

Querer usar a relação de Daniela Mercury com Malu Verçosa como pé de cabra para tirar o deputado Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos é devaneio. O parlamentar foi eleito democraticamente e chegou ao comando da Comissão cumprindo o que determina o regimento da Câmara dos Deputados e seguindo o acordo firmado pelos líderes partidários. Traduzindo para o bom e velho idioma dessa baderna chamada Brasil, não há razão para apear o pastor do cargo, como querem alguns parlamentares que não perdem qualquer oportunidade para se agarrar ao politicamente correto.

Por outro lado, ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo não configura homofobia, mas apenas uma posição contrária a dos que querem fazer da orientação sexual uma regra, para não afirmar que se trata de um movimento ditatorial descabido. O que não se pode é criar no Brasil o crime de opinião.

A Constituição Federal é clara em seu artigo 5º ao estabelecer que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Pois bem, se a máxima lei do País garante isonomia de tratamento aos cidadãos, não há motivo para essa discussão que já passou dos limites. Mas é preciso fazer estardalhaço porque aqueles que encabeçam o movimento têm interesses terceiros que vão além das liberdades individuais.

O que está se tentando fazer é pasteurizar a classificação dos que são contrários ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em outras palavras, se for a favor está tudo certo, do contrário é homofóbico e motivo para alguém criticar o deputado Marco Feliciano. É o mesmo que afirmar que todo motociclista é marginal porque os ladrões usam motos em suas ações para facilitar a fuga. Não faz muito tempo, alguns padres católicos se recusavam a batizar filhos de pais não casados. O que não significa que a criança é filha da puta e muito menos que não poderia ser batizada em outra igreja.

O Brasil está parado, à beira do precipício econômico, mas há quem perca tempo com uma bobagem descomunal como essa. A lei existe para ser cumprida e quem cometer o crime de discriminação que suporte as consequências. Há no Congresso Nacional, onde a polêmica na órbita de Marco Feliciano recrudesce a cada dia, um sem fim de escândalos, mas os parlamentares que chegaram a Brasília no rastro de um currículo que mais parece “folha corrida” querem manter a discussão na pauta do dia.

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Mãe de Marco Feliciano contradiz afirmação do pastor ao negar que ele a via “arrancando fetos” em clínica de aborto clandestina

Mãe de Marco Feliciano contradiz afirmação do pastor ao negar que ele a via “arrancando fetos” em clínica de aborto clandestina

A mãe de Marco Feliciano, Lúcia Maria, de 69 anos, comentou recentemente a revelação feita pelo pastor numa entrevista ao portal Uol, de que presenciava a realização de abortos praticados por sua mãe em gestantes que não desejavam a gravidez.

Segundo Lúcia Maria, os abortos eram realizados nos anos 1970, em Orlândia, em jovens na faixa dos 15 anos de idade. Na entrevista, Feliciano disse que viu “fetos serem arrancados de dentro de mulheres”, porém sua mãe disse que nunca “operou” um aborto na frente do filho.

Lúcia Maria diz que os abortos eram realizados apenas em jovens com poucos dias de gravidez, e que apenas bebidas feitas com ervas e cachaça eram usadas: “Não tinha nada [de feto]. Não peço perdão a você ou ao Marquinho [como chama o filho], peço perdão a Deus e espero que ele me perdoe pelo o que eu fiz. Achei que estava ajudando alguém, mas estava é destruindo uma vida”, disse a mãe do pastor.

Segundo Lúcia Maria, à época Feliciano era recém-nascido e só soube do fato quando completou dez anos de idade, de acordo com informações da Folha de S. Paulo. Ela contou também que antes de se tornar mãe do famoso pastor e deputado, seu único filho, ela abortou uma outra criança quando tinha 17 anos em um procedimento parecido aos que ela submeteu outras jovens a cerca de 40 anos atrás.

Processo por homofobia

O processo por homofobia movido contra o pastor Marco Feliciano pelo procurador geral da República Roberto Gurgel vem sendo analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e os advogados do pastor já apresentaram sua defesa.

A acusação se deu pela publicação do pastor no Twitter, em que dizia que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, à rejeição”.

Os advogados do pastor se anteciparam ao trâmite e apresentaram defesa prévia, alegando que não houve “intuito de discriminação” na frase, e que o pastor vinha “sendo vítima de uma perseguição fria e calculista por uma simples interpretação teológica” de um trecho da Bíblia.

O documento diz ainda que “em momento nenhum houve a intenção de tratar de forma injusta ou desigual os homossexuais”, e que a frase era “tão somente a explicação, baseada em conhecimentos teológicos”, de uma questão levantada na rede social.

A defesa do pastor afirma ainda que a acusação feita pelo procurador geral “aproxima-se de uma aventura jurídica”, e alega que além de não ter cometido discriminação, caso o crime tivesse sido cometido, a lei em vigor não tipifica discriminação por orientação sexual, apenas por raça, cor, etnia (racismo), religião, ou procedência nacional (xenofobia): “Não há crime, nem pena ou medida de segurança sem prévia lei”, enfatiza a defesa.

Segundo informações do G1, o gabinete do ministro Marco Aurélio Mello liberou o processo para análise da Procuradoria Geral, e quando os autos retornarem, Mello vai analisar o caso e liberar o tema para análise do plenário. Nesta fase, os ministros decidirão se abrem ou não ação penal contra o deputado. Entretanto, esses trâmites não tem um prazo definido para acontecerem.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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