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domingo, 23 de junho de 2013

Crianças pintam bandeira em frente ao Congresso em ato por país melhor

erca de 400 pessoas, entre adultos e crianças, participaram de evento.
Manifestação é apoio a atos em todo o país por melhores condições de vida.

Do G1 DF

Crianças participaram da confecção de cartazes e pintaram uma bandeira do Brasil em frente ao gramado do Congresso (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)Crianças participaram da confecção de cartazes e pintaram uma bandeira do Brasil em frente ao gramado do Congresso. Ato pediu respeito ao direito das crianças. (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)
Meninos e meninas de diversas idades participaram da manifestação, que demonstrou apoio a protestos em todo o país por melhores condições de vida (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)Meninos e meninas de diversas idades participaram da manifestação, que demonstrou apoio a protestos em todo o país por melhores condições de vida. Grupo pretende entregar para a presidente Dilma Rousseff documento com reivindicações relacionadas às crianças. (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)
Criança com mensagem por um futuro melhor participa de pintura (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)Criança com mensagem por um futuro melhor participa de pintura (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)
Bebê também participou da manifestação na manhã deste sábado (22) em Brasília (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)Bebê também participou da manifestação na manhã deste sábado (22) em Brasília (Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)
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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Ratinho Criticando O Governo de Dilma Ao vivo

Só o Ratinho mesmo pra ter coragem de falar a verdade em rede nacional. Quem não viu o vídeo assistam agora e compartilhem com seus amigos. Ajude a Divulgar.
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terça-feira, 15 de maio de 2012

Bovespa cai mais de 2% e passa a acumular perda no ano

Ibovespa fechou em queda de 2,25% nesta terça, para 56.237 pontos.
No ano, Bolsa acumula desvalorização de 0,91%.

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta terça-feira (15) pelo sexto pregão consecutivo, abaixo do patamar de 57 mil pontos. Com a nova baixa, a Bolsa renovou o menor nível de fechamanto do ano e passou a acumular perda em 2012. Foi a sexto pregão seguido de queda no índice Bovespa.

O Ibovespa, principal índice da bolsa, fechou em queda de 2,25%, a 56.237 pontos, no menor patamar desde meados de dezembro, com os temores sobre o impasse político naGrécia novamente pesando nos mercados.

No mês, o índice acumula desvalorização de 9%. No ano, a perda é de 0,91%.

Na véspera, o Ibovespa fechou em queda de 3,21%, para 57.539 pontos - a maior queda em quase oito meses e a maior queda diária desde 22 de setembro, quando caiu 4,83%.

Além do pessimismo com a Grécia, o tombo nos papéis da OGX e de construtoras pressionaram o índice. Com o resultado desta terça, o índice reverteu os ganhos que acumulava no ano e agora registra queda de 0,9% em 2012. O giro financeiro do pregão foi de R$ 7,93 bilhões.

"Vimos hoje uma debandada, houve venda generalizada de ações, nitidamente com estrangeiros saindo de bolsa e buscando ativos mais seguros", disse Henrique Kleine, analista-chefe na corretora Magliano.

Após várias tentativas fracassadas para formar um governo de coalizão, a Grécia informou que vai realizar novas eleições, que devem ocorrer até meados de junho. Pesquisas de intenção de voto apontam para o partido radical de esquerda Syriza, que rejeita o pacote de resgate da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI), como provável vencedor do novo pleito.

"Mais do que a possibilidade da Grécia sair da zona do euro, o que seria ruim, a preocupação do mercado também é com um possível contágio para Espanha", afirmou William Alves, analista na XP Investimentos. "Com receio de um cenário que está se deteriorando, o mercado está vendendo ativos de risco."

O mau humor com a Grécia ofuscou a tentativa de recuperação esboçada pelos mercados no começo do dia, amparados na notícia de que a zona do euro conseguiu escapar de uma recessão, e em dados nos Estados Unidos, que apontaram para um crescimento continuado, embora mais lento.

"Enquanto o cenário europeu não se definir, o cenário é de volatilidade para a bolsa, com tendência de curto prazo de baixa", afirmou Kleine.

Ações
No plano corporativo doméstico, OGX tombou 7,82%, a R$ 12,03, e foi a maior pressão de baixa para o Ibovespa. A companhia de Eike Batista reportou prejuízo líquido de R$ 144,8 milhões no primeiro trimestre.

MRV Engenharia desabou 15,05%, a R$ 9,43, após a construtora e incorporadora ter informado queda de 23,9% no lucro líquido do primeiro trimestre, no ano a ano, abaixo das expectativas do mercado.

PDG Realty caiu 9,83%, a R$ 3,67, seguindo a divulgação de um lucro líquido de R$ 32,5 milhões no primeiro trimestre, sete vezes inferior ao apurado um ano antes e bem abaixo da previsão do mercado.

Dentre as blue chips, a preferencial da Vale caiu 0,43%, a R$ 37,20, enquanto a preferencial daPetrobras recuou 2,17%, a R$ 18,49. A petrolífera divulgará resultado trimestral nesta terça-feira (15). Pela manhã, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou um aumento nos preços da gasolina, possibilidade que vinha sendo cogitada em meio à valorização do barril de petróleo no mercado internacional.

Em sentido oposto, a Marfrig foi a maior alta do índice, subindo 5,25%, a R$ 9,62, após alta do lucro no primeiro trimestre, a R$ 34,5 milhões.

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Desemprego na Eurozona atinge 10,9% e bate novo recorde

Taxa de desemprego na Eurozona é um recorde em 15 anos.
Os números mais elevados entre os países foram registrados na Espanha.

A taxa de desemprego na Eurozona alcançou 10,9% em março e estabeleceu um recorde em 15 anos, anunciou nesta quarta-feira (2) a agência de estatísticas europeu, Eurostat, que apontou mais uma vez a Espanha no topo da lista do bloco, com um índice de 24,1%.

"A taxa de desemprego corrigida pelas variações sazonais na zona do euro alcançou 10,9% em março de 2012, contra 10,8% em fevereiro", afirma um comunicado da Eurostat. A agência estima que haja 17,365 milhões de homens e mulheres desempregados no bloco. Nos 27 países da União Europeia, o desemprego ficou estável em 10,2%, equivalente a cerca de 24,8 milhões de pessoas.

Os números mais elevados do desemprego entre os 17 países da Eurozona foram registrados na Espanha (24,1%) e na Grécia (21,7%). Os países com os menores índice são Áustria (4,0%), Holanda (5,0%), Luxemburgo (5,2%) e Alemanha (5,6%).

Os dados sobre a Espanha estão próximos dos divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que calculou um índice de 24,44% de desemprego no país no fim de março, um recorde absoluto entre os países desenvolvidos.

Vários países da zona do euro já estão em recessão ou prestes a entrar.

Alguns países europeus são ameaçados por uma espiral negativa de medidas de austeridade, impostas aos governos por causa da crise da dívida, que prejudica a confiança dos consumidores e dos empresários e também o crescimento, além de exigir mais cortes orçamentários.

Dentro da zona do euro, o desemprego também subiu no Chipre, na Itália, na Holanda e em Portugal; ficou estável na Bélgica, na Finlândia, na França, na Alemanha, em Luxemburgo e em Malta e caiu na Áustria, na Irlanda, na Eslováquia e na Eslovênia. Não havia dados para Estônia e Grécia.

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Caixa estreia juro novo com feirões em 11 capitais a partir de sexta

Feirão começa no dia 4 em cinco capitais e chega a outras seis até junho.
Juro mais baixo para financiamento imobiliário começa a valer nesta sexta.

Feirão da Casa Própria deve movimentar mais de R$ 700 milhões em Brasília (Foto: Tiago Falqueiro/ G1)Feirão da Casa Própria em 2011, em Brasília
(Foto: Tiago Falqueiro/ G1)

A Caixa Econômica Federal (CEF) estreia nesta sexta-feira (4), no 8º Feirão da Casa Própria, as novas taxas reduzidas de juros para o financiamento imobiliário anunciadas na semana passada.

Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília serão as primeiras capitais a receber o feirão, de sexta-feira (4) a domingo (6). Até 10 de junho, outras cinco capitais, além das cidades de Campinas (SP) e Uberlândia (MG) também terão edições da feira (veja calendário abaixo)

Segundo a CEF, serão oferecidos mais de 430 mil imóveis, entre novos, usados e na planta.No Rio de Janeiro, serão mais de 46 mil imóveis, sendo 29.087 na planta e 4.172 novos prontos, além de quase 13 mil usados.

Juros reduzidos
Junto com o feirão, entram em vigor no dia 4 as novas taxas reduzidas de financiamento imobiliário anunciadas pelo banco na semana passada. De acordo com a Caixa, para os imóveis de até R$ 500 mil, os juros passam de 10% ao ano para 9% ao ano. Se o interessado se tornar cliente do banco, com conta salário, a taxa cai para 7,9% ao ano. O financiamento, neste caso, é de no máximo R$ 450 mil e dentro das condições de SFH.

Para imóveis com valor superior a 500 mil, ou seja, fora do SFH, a taxa de juros vai cair de 11% ao ano para 10% ao ano, informa a Caixa. Se tiver conta salário no banco, a taxa cai ainda mais, para 9% ao ano.

Já para um cliente que tenha relacionamento com o banco e financie um imóvel de R$ 170 mil, nas regras do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a taxa de juros cai dos atuais 8,4% ao ano para 7,9% ao ano. Se a pessoa também for cotista do FGTS, os juros caem para 7,4% ao ano, inclusive para financiamentos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, na faixa de renda acima de R$ 3.100.

Na modalidade carta de crédito FGTS, voltada para a baixa renda, que não teve sua taxa alterada, os juros podem chegar a 4,6%.

Como fazer
A CEF informa que quem quiser sair do feirão já com o imóvel próprio precisa levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Além dos feirões, é possível obter informações nas agências da Caixa ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco, pelo telefone 0800-726-0101.

Confira o calendário do Feirão da Casa Própria:

CIDADE DATA LOCAL
Belo Horizonte 4 a 6 de maio BH - Pavilhão 2 do Expominas
Recife 4 a 6 de maio Centro de Convenções
Rio de Janeiro 4 a 6 de maio Rio Centro
Salvador 4 a 6 de maio Centro de Convenções
Brasília 4 a 6 de maio Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Curitiba 18 a 20 de maio Marumbi Expo Center
Fortaleza 18 a 20 de maio Centro de Convenções
São Paulo 18 a 20 de maio Centro de Convenções Imigrantes
Uberlândia 25 a 27 de maio UB - Center Convention
Campinas 25 a 27 de maio Shopping Iguatemi
Porto Alegre 25 a 27 de maio Fiergs
Belém 8 a 10 de junho Hangar Centro de Convivência da Amazônia
Florianópolis 8 a 10 de junho Centro de Convenções
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terça-feira, 1 de maio de 2012

Dia do Trabalho: Dilma volta a cobrar dos bancos juros mais baixos

No pronunciamento transmitido em rede de rádio e televisão para comemorar o Dia do Trabalho (1º de maio), a presidente Dilma Rousseff cobrou dos bancos privados mais esforços para reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. E aconselhou o brasileiro a procurar os bancos que ofereçam as taxas mais baixas.

"É inadmissível que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. Esses valores não podem continuar tão altos. O Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra com presteza e honestidade os seus compromissos", disse Dilma no discurso veiculado esta noite.

Para a presidente, com a queda da taxa básica de juros e inflação estável, os bancos privados estão sem argumento para explicar a manutenção dos altos juros cobrados dos clientes. "O setor financeiro, portanto, não tem como explicar essa lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros do cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem".

Para pressionar os bancos privados, a presidente espera contar com a pressão dos próprios clientes, que podem estimular a competição entre os bancos. "É bom, também que você consumidor, faça prevalecer os seus direitos escolhendo as empresas que lhe ofereçam melhores condições", disse.

Dilma Rousseff espera que os bancos privados sigam os mesmos passos dos bancos públicos, que reduziram as taxas das linhas de crédito voltadas ao consumo e do cheque especial. "A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil escolheram o caminho do bom exemplo e da saudável concorrência de mercado, provando que é possível baixar os juros cobrados dos seus clientes em empréstimos, cartões, cheque especial, inclusive no crédito consignado".

De acordo com a presidente, somente quando os juros nacionais chegarem ao patamar das taxas internacionais, a economia brasileira "será plenamente competitiva", saudável e moderna.

Para fortalecer a economia do país e estimular a abertura de vagas de trabalho, Dilma citou que, no governo dela, retirou impostos incidentes sobre a folha de pagamento, "dando mais alívio ao empregador e mais segurança ao empregado". E defendeu a necessidade de se investir em educação de qualidade "em todos os níveis" e, também, na qualificação e treinamento dos trabalhadores.

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

BC deixa porta aberta para novos cortes, mas com 'parcimônia'

Informação consta na ata da última reunião do Copom.
Na ocasião, juros caíram para 9% ao ano, perto da mínima histórica.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta quinta-feira (26), por meio da ata de sua última reunião, quando os juros recuaram para 9% ao ano, que, devido aos "efeitos cumulativos" dos seis cortes de juros já efetuados desde agosto do ano passado, "qualquer movimento de flexibilização monetária [redução da taxa básica] adicional deve ser conduzido com parcimônia [moderação]". Com isso, o BC deixou a porta aberta para novas reduções nos juros básicos da economia.

Na ata do Copom de março, divulgada há cerca de 45 dias, quando a taxa de juros havia recuado para 9,75% ao ano, o discurso era diferente. Na ocasião, o Copom informou que via "elevada probabilidade" à concretização de um cenário que contempla a taxa de juros caindo para "patamares ligeiramente acima dos mínimos históricos, e nesses patamares se estabilizando".

A mínima histórica da taxa de juros é de 8,75% ao ano e foi registrada entre julho de 2009 e abril de 2010, na primeira etapa da crise financeira internacional. No primeiro semestre do ano retrasado, após atingir a mínima histórica, os juros voltaram a ser elevados para conter as pressões inflacionárias resultantes do crescimento da economia brasileira. Naquele ano, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5%, desacelerando para 2,7% de expansão em 2011.

Poupança
Analistas avaliam que um recuo mais forte da taxa de juros, abaixo de patamares mínimos já registrados, poderia comprometer a chamada "rolagem" da dívida pública, que é a emissão de títulos públicos pelo Tesouro Nacional para pagar os papéis que estão vencendo.

A explicação é que a poupança tem uma rentabilidade mínima (piso de rendimento) associada ao investimento (TR mais 6% ao ano), enquanto os rendimentos dos fundos de investimentos estão associados aos juros básicos da economia - que estão em queda desde agosto do ano passado.

Caso continue baixando os juros, o BC vai pressionar as 'margens" dos fundos de investimento que, para se manterem competitivos, podem ter de mexer na taxa de administração cobrada de seus clientes. Em 9% ao ano, a poupança já ganhou mais atratividade, segundo levantamento da Anefac.

Um novo corte de juros também poderá colocar pressão sobre o próprio governo para alterar as regras da caderneta de poupança. Entre as possibilidades, está diminuir o rendimento da poupança ou sobretaxar operações acima de R$ 50 mil (que chegou a ser anunciado no passado). Com alterações na poupança, o BC poderia continuar baixando os juros para atingir patamares internacionais - conforme objetivo da presidente Dilma Rousseff.

Sistema de metas de inflação
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Para 2012 e 2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% – no teto do sistema de metas. Para o IPCA deste ano, a previsão dos analistas dos bancos está em 5,08% e, para 2013, a previsão do mercado está em 5,50%. Já o Banco Central estimou, no fim de março, um IPCA ao redor da meta central de inflação (4,5%) para este ano e, para 2013, acima de 5%.

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