domingo, 23 de junho de 2013
Crianças pintam bandeira em frente ao Congresso em ato por país melhor
erca de 400 pessoas, entre adultos e crianças, participaram de evento.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Ratinho Criticando O Governo de Dilma Ao vivo
terça-feira, 15 de maio de 2012
Bovespa cai mais de 2% e passa a acumular perda no ano
Ibovespa fechou em queda de 2,25% nesta terça, para 56.237 pontos.
No ano, Bolsa acumula desvalorização de 0,91%.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta terça-feira (15) pelo sexto pregão consecutivo, abaixo do patamar de 57 mil pontos. Com a nova baixa, a Bolsa renovou o menor nível de fechamanto do ano e passou a acumular perda em 2012. Foi a sexto pregão seguido de queda no índice Bovespa.
O Ibovespa, principal índice da bolsa, fechou em queda de 2,25%, a 56.237 pontos, no menor patamar desde meados de dezembro, com os temores sobre o impasse político naGrécia novamente pesando nos mercados.
No mês, o índice acumula desvalorização de 9%. No ano, a perda é de 0,91%.
Na véspera, o Ibovespa fechou em queda de 3,21%, para 57.539 pontos - a maior queda em quase oito meses e a maior queda diária desde 22 de setembro, quando caiu 4,83%.
Além do pessimismo com a Grécia, o tombo nos papéis da OGX e de construtoras pressionaram o índice. Com o resultado desta terça, o índice reverteu os ganhos que acumulava no ano e agora registra queda de 0,9% em 2012. O giro financeiro do pregão foi de R$ 7,93 bilhões.
"Vimos hoje uma debandada, houve venda generalizada de ações, nitidamente com estrangeiros saindo de bolsa e buscando ativos mais seguros", disse Henrique Kleine, analista-chefe na corretora Magliano.
Após várias tentativas fracassadas para formar um governo de coalizão, a Grécia informou que vai realizar novas eleições, que devem ocorrer até meados de junho. Pesquisas de intenção de voto apontam para o partido radical de esquerda Syriza, que rejeita o pacote de resgate da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI), como provável vencedor do novo pleito.
"Mais do que a possibilidade da Grécia sair da zona do euro, o que seria ruim, a preocupação do mercado também é com um possível contágio para Espanha", afirmou William Alves, analista na XP Investimentos. "Com receio de um cenário que está se deteriorando, o mercado está vendendo ativos de risco."
O mau humor com a Grécia ofuscou a tentativa de recuperação esboçada pelos mercados no começo do dia, amparados na notícia de que a zona do euro conseguiu escapar de uma recessão, e em dados nos Estados Unidos, que apontaram para um crescimento continuado, embora mais lento.
"Enquanto o cenário europeu não se definir, o cenário é de volatilidade para a bolsa, com tendência de curto prazo de baixa", afirmou Kleine.
Ações
No plano corporativo doméstico, OGX tombou 7,82%, a R$ 12,03, e foi a maior pressão de baixa para o Ibovespa. A companhia de Eike Batista reportou prejuízo líquido de R$ 144,8 milhões no primeiro trimestre.
MRV Engenharia desabou 15,05%, a R$ 9,43, após a construtora e incorporadora ter informado queda de 23,9% no lucro líquido do primeiro trimestre, no ano a ano, abaixo das expectativas do mercado.
PDG Realty caiu 9,83%, a R$ 3,67, seguindo a divulgação de um lucro líquido de R$ 32,5 milhões no primeiro trimestre, sete vezes inferior ao apurado um ano antes e bem abaixo da previsão do mercado.
Dentre as blue chips, a preferencial da Vale caiu 0,43%, a R$ 37,20, enquanto a preferencial daPetrobras recuou 2,17%, a R$ 18,49. A petrolífera divulgará resultado trimestral nesta terça-feira (15). Pela manhã, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou um aumento nos preços da gasolina, possibilidade que vinha sendo cogitada em meio à valorização do barril de petróleo no mercado internacional.
Em sentido oposto, a Marfrig foi a maior alta do índice, subindo 5,25%, a R$ 9,62, após alta do lucro no primeiro trimestre, a R$ 34,5 milhões.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Desemprego na Eurozona atinge 10,9% e bate novo recorde
Taxa de desemprego na Eurozona é um recorde em 15 anos.
Os números mais elevados entre os países foram registrados na Espanha.
A taxa de desemprego na Eurozona alcançou 10,9% em março e estabeleceu um recorde em 15 anos, anunciou nesta quarta-feira (2) a agência de estatísticas europeu, Eurostat, que apontou mais uma vez a Espanha no topo da lista do bloco, com um índice de 24,1%.
"A taxa de desemprego corrigida pelas variações sazonais na zona do euro alcançou 10,9% em março de 2012, contra 10,8% em fevereiro", afirma um comunicado da Eurostat. A agência estima que haja 17,365 milhões de homens e mulheres desempregados no bloco. Nos 27 países da União Europeia, o desemprego ficou estável em 10,2%, equivalente a cerca de 24,8 milhões de pessoas.
Os números mais elevados do desemprego entre os 17 países da Eurozona foram registrados na Espanha (24,1%) e na Grécia (21,7%). Os países com os menores índice são Áustria (4,0%), Holanda (5,0%), Luxemburgo (5,2%) e Alemanha (5,6%).
Os dados sobre a Espanha estão próximos dos divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que calculou um índice de 24,44% de desemprego no país no fim de março, um recorde absoluto entre os países desenvolvidos.
Vários países da zona do euro já estão em recessão ou prestes a entrar.
Alguns países europeus são ameaçados por uma espiral negativa de medidas de austeridade, impostas aos governos por causa da crise da dívida, que prejudica a confiança dos consumidores e dos empresários e também o crescimento, além de exigir mais cortes orçamentários.
Dentro da zona do euro, o desemprego também subiu no Chipre, na Itália, na Holanda e em Portugal; ficou estável na Bélgica, na Finlândia, na França, na Alemanha, em Luxemburgo e em Malta e caiu na Áustria, na Irlanda, na Eslováquia e na Eslovênia. Não havia dados para Estônia e Grécia.
Caixa estreia juro novo com feirões em 11 capitais a partir de sexta
Feirão começa no dia 4 em cinco capitais e chega a outras seis até junho.
Juro mais baixo para financiamento imobiliário começa a valer nesta sexta.
(Foto: Tiago Falqueiro/ G1)
A Caixa Econômica Federal (CEF) estreia nesta sexta-feira (4), no 8º Feirão da Casa Própria, as novas taxas reduzidas de juros para o financiamento imobiliário anunciadas na semana passada.
Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília serão as primeiras capitais a receber o feirão, de sexta-feira (4) a domingo (6). Até 10 de junho, outras cinco capitais, além das cidades de Campinas (SP) e Uberlândia (MG) também terão edições da feira (veja calendário abaixo)
Segundo a CEF, serão oferecidos mais de 430 mil imóveis, entre novos, usados e na planta.No Rio de Janeiro, serão mais de 46 mil imóveis, sendo 29.087 na planta e 4.172 novos prontos, além de quase 13 mil usados.
Juros reduzidos
Junto com o feirão, entram em vigor no dia 4 as novas taxas reduzidas de financiamento imobiliário anunciadas pelo banco na semana passada. De acordo com a Caixa, para os imóveis de até R$ 500 mil, os juros passam de 10% ao ano para 9% ao ano. Se o interessado se tornar cliente do banco, com conta salário, a taxa cai para 7,9% ao ano. O financiamento, neste caso, é de no máximo R$ 450 mil e dentro das condições de SFH.
Para imóveis com valor superior a 500 mil, ou seja, fora do SFH, a taxa de juros vai cair de 11% ao ano para 10% ao ano, informa a Caixa. Se tiver conta salário no banco, a taxa cai ainda mais, para 9% ao ano.
Já para um cliente que tenha relacionamento com o banco e financie um imóvel de R$ 170 mil, nas regras do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a taxa de juros cai dos atuais 8,4% ao ano para 7,9% ao ano. Se a pessoa também for cotista do FGTS, os juros caem para 7,4% ao ano, inclusive para financiamentos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, na faixa de renda acima de R$ 3.100.
Na modalidade carta de crédito FGTS, voltada para a baixa renda, que não teve sua taxa alterada, os juros podem chegar a 4,6%.
Como fazer
A CEF informa que quem quiser sair do feirão já com o imóvel próprio precisa levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Além dos feirões, é possível obter informações nas agências da Caixa ou pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco, pelo telefone 0800-726-0101.
Confira o calendário do Feirão da Casa Própria:
| CIDADE | DATA | LOCAL |
|---|---|---|
| Belo Horizonte | 4 a 6 de maio | BH - Pavilhão 2 do Expominas |
| Recife | 4 a 6 de maio | Centro de Convenções |
| Rio de Janeiro | 4 a 6 de maio | Rio Centro |
| Salvador | 4 a 6 de maio | Centro de Convenções |
| Brasília | 4 a 6 de maio | Centro de Convenções Ulysses Guimarães |
| Curitiba | 18 a 20 de maio | Marumbi Expo Center |
| Fortaleza | 18 a 20 de maio | Centro de Convenções |
| São Paulo | 18 a 20 de maio | Centro de Convenções Imigrantes |
| Uberlândia | 25 a 27 de maio | UB - Center Convention |
| Campinas | 25 a 27 de maio | Shopping Iguatemi |
| Porto Alegre | 25 a 27 de maio | Fiergs |
| Belém | 8 a 10 de junho | Hangar Centro de Convivência da Amazônia |
| Florianópolis | 8 a 10 de junho | Centro de Convenções |
terça-feira, 1 de maio de 2012
Dia do Trabalho: Dilma volta a cobrar dos bancos juros mais baixos
quinta-feira, 26 de abril de 2012
BC deixa porta aberta para novos cortes, mas com 'parcimônia'
Informação consta na ata da última reunião do Copom.
Na ocasião, juros caíram para 9% ao ano, perto da mínima histórica.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta quinta-feira (26), por meio da ata de sua última reunião, quando os juros recuaram para 9% ao ano, que, devido aos "efeitos cumulativos" dos seis cortes de juros já efetuados desde agosto do ano passado, "qualquer movimento de flexibilização monetária [redução da taxa básica] adicional deve ser conduzido com parcimônia [moderação]". Com isso, o BC deixou a porta aberta para novas reduções nos juros básicos da economia.
Na ata do Copom de março, divulgada há cerca de 45 dias, quando a taxa de juros havia recuado para 9,75% ao ano, o discurso era diferente. Na ocasião, o Copom informou que via "elevada probabilidade" à concretização de um cenário que contempla a taxa de juros caindo para "patamares ligeiramente acima dos mínimos históricos, e nesses patamares se estabilizando".
A mínima histórica da taxa de juros é de 8,75% ao ano e foi registrada entre julho de 2009 e abril de 2010, na primeira etapa da crise financeira internacional. No primeiro semestre do ano retrasado, após atingir a mínima histórica, os juros voltaram a ser elevados para conter as pressões inflacionárias resultantes do crescimento da economia brasileira. Naquele ano, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 7,5%, desacelerando para 2,7% de expansão em 2011.
Poupança
Analistas avaliam que um recuo mais forte da taxa de juros, abaixo de patamares mínimos já registrados, poderia comprometer a chamada "rolagem" da dívida pública, que é a emissão de títulos públicos pelo Tesouro Nacional para pagar os papéis que estão vencendo.
A explicação é que a poupança tem uma rentabilidade mínima (piso de rendimento) associada ao investimento (TR mais 6% ao ano), enquanto os rendimentos dos fundos de investimentos estão associados aos juros básicos da economia - que estão em queda desde agosto do ano passado.
Caso continue baixando os juros, o BC vai pressionar as 'margens" dos fundos de investimento que, para se manterem competitivos, podem ter de mexer na taxa de administração cobrada de seus clientes. Em 9% ao ano, a poupança já ganhou mais atratividade, segundo levantamento da Anefac.
Um novo corte de juros também poderá colocar pressão sobre o próprio governo para alterar as regras da caderneta de poupança. Entre as possibilidades, está diminuir o rendimento da poupança ou sobretaxar operações acima de R$ 50 mil (que chegou a ser anunciado no passado). Com alterações na poupança, o BC poderia continuar baixando os juros para atingir patamares internacionais - conforme objetivo da presidente Dilma Rousseff.
Sistema de metas de inflação
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Para 2012 e 2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% – no teto do sistema de metas. Para o IPCA deste ano, a previsão dos analistas dos bancos está em 5,08% e, para 2013, a previsão do mercado está em 5,50%. Já o Banco Central estimou, no fim de março, um IPCA ao redor da meta central de inflação (4,5%) para este ano e, para 2013, acima de 5%.






