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terça-feira, 1 de maio de 2012

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países.

Histórico

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista deBruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal

1º de Maio na cidade do Porto

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).

No Algarve, assim como na Madeira é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas na região.

Dia do Trabalhador no Brasil

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.

Dia do Trabalhador em Moçambique

Durante o período colonial (até 1975), os moçambicanos estavam proibidos de celebrar o 1º de Maio em virtude da natureza repressiva do regime colonial português. No entanto, houve manifestações de trabalhadores moçambicanos, em particular em Lourenço Marques (actual Maputo), contra o modo de relações laborais existente naquele período.

Após a Independência Nacional, o Dia do Trabalhador é celebrado anualmente, e com o passar dos anos, com as reformas políticas, económicas e sociais que o país sofreu a partir de finais da década de 80, registrou-se um crescimento do movimento sindical em Moçambique. A primeira instituição sindical no país foi a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM), que veio depois a impulsionar o surgimento de novos movimentos sindicais, cada vez mais específicos de acordo com os sectores de actividade.

Dia do Trabalhador no mundo

Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de Maio:

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O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países.

Histórico

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista deBruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal

1º de Maio na cidade do Porto

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).

No Algarve, assim como na Madeira é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas na região.

Dia do Trabalhador no Brasil

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.

Dia do Trabalhador em Moçambique

Durante o período colonial (até 1975), os moçambicanos estavam proibidos de celebrar o 1º de Maio em virtude da natureza repressiva do regime colonial português. No entanto, houve manifestações de trabalhadores moçambicanos, em particular em Lourenço Marques (actual Maputo), contra o modo de relações laborais existente naquele período.

Após a Independência Nacional, o Dia do Trabalhador é celebrado anualmente, e com o passar dos anos, com as reformas políticas, económicas e sociais que o país sofreu a partir de finais da década de 80, registrou-se um crescimento do movimento sindical em Moçambique. A primeira instituição sindical no país foi a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM), que veio depois a impulsionar o surgimento de novos movimentos sindicais, cada vez mais específicos de acordo com os sectores de actividade.

Dia do Trabalhador no mundo

Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de Maio:

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sexta-feira, 30 de março de 2012

Saiba sobre o filme Matrix

Matrix é uma produção cinematográfica estado-unidense e australiana de 1999, dos gêneros ação e ficção científica, dirigido pelos irmãos Wachowskie protagonizado por Keanu Reeves e Laurence Fishburne.

Lançado em março de 1999, Matrix custou 65 milhões de dólares e rendeu mais de 456 milhões. Matrix Reloaded, lançado em maio de 2003, custou 127 milhões, mas já faturou mais 740 milhões e entrou para a lista dos filmes mais vistos da história. A continuação foi também o primeiro filme a arrecadar mais de 100 milhões em um único final de semana. Só no Brasil, mais de 5 milhões de pessoas foram ao cinema prestigiar a segunda parte da trilogia.

Matrix foi escrito como uma trilogia (Matrix, Matrix Reloaded, Matrix Revolutions). Todos os filmes viraram sucesso de bilheteria. Os fãs do estilocyberpunk consideram a trilogia inteira uma obra prima. Matrix é uma obra de arte multimídia, a história inteira do universo Matrix está presente nos 3 filmes, em 9 desenhos animados, chamados Animatrix (o primeiro desenho conta uma história que se passa entre o primeiro e o segundo filme da trilogia), em histórias em quadrinhos (lançadas apenas nos Estados Unidos) e no jogo Enter the Matrix(que completa a história do filme Matrix Reloaded).

Enredo

Info Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo (spoilers).

Thomas A. Anderson é um entre os milhares de milhões de seres humanos adormecidos. Neuralmente conectado à Matrix, ignorava que o mundo em que vivia é diferente do que parece. Nesse mundo simulado, ele vive uma vida dupla. Nas suas atividades legais, ele é um tranquilo programador para a "respeitável companhia de software" Metacortex. Mas Anderson também é um hacker de computador, que penetra em sistemas de computador ilegalmente e rouba informações, sob o seu apelido hacker de "Neo". Durante a sua vida como um hacker, Anderson descobre algo conhecido apenas como a "Matrix". E é descrita por Morpheus como uma vaga intuição de que Neo teve durante toda a sua vida: "que há algo de errado com o mundo".

Durante os anos anteriores aos acontecimentos de Matrix, Anderson gasta o seu tempo tentando encontrar um homem: um suposto "terrorista" conhecido apenas como Morpheus. Mas o que Anderson não sabe é que Morpheus o tem observado por um longo período de tempo.

Morpheus identifica Anderson como sendo a pessoa dentro da Matrix a quem ele acredita ser o escolhido (The One). Mas as máquinas têm escutas telefónicas, e Anderson é encontrado, quase que simultaneamente, pelos letais Agentes da Matrix. Os Agentes são programas que tem aparência humanoide de agentes do governo FBI na realidade simulada. Eles entram na Matrix, conforme necessário, a fim de protegê-la, matando qualquer homem que ouse interferir com ela ou tente conhecer sua verdadeira natureza.

Anderson é conectado por Morpheus, mas logo em seguida é capturado pelos Agentes. O Agente Smith lê com atenção um arquivo sobre Thomas A. Anderson. Recusando-se a cooperar com os agentes, ele tem um software eletrônico (bug) implantado no centro do seu corpo simulado pela Matrix, a fim de que seus atos possam ser monitorados e os que procuram fazer contato a partir do mundo livre possam ser rastreados e destruídos. No entanto, eles têm a sua importância subestimada. Ele é contatado por Trinity, o bug é removido e Neo é levado até Morpheus.

Thomas A. Anderson, que eles chamam pelo nome de Neo, é oferecida a opção de se manter na sua vida cotidiana, ou ver à realidade e aprender o que é a Matrix. Aceitando aprender mais sobre a Matrix, ele toma uma droga (comumente chamada de "pílula vermelha") destinada a perturbar o seu corpo neuralmente conectado à Matrix, e acorda desorientado e alarmado para se encontrar fraco, sem pelos, e nu em uma cápsula de líquido ligado a muitos fios. Como as Máquinas não têm uso para seres humanos despertos, ele é varrido automaticamente para o esgoto bruto para ser transformado em nutrientes, que é onde Morpheus e Trinity o resgatam e conduzem à rebelião.

As aventuras de Neo começam logo após ele ser resgatado e seu corpo recuperado dos anos de vida na usina. Depois que Neo recupera a sua consciência e é capaz de andar, Morpheus diz a verdade sobre a Matrix, sobre o mundo real e sobre o destino da humanidade. De primeira, Neo recusa-se a acreditar nele, mas finalmente percebe que a Matrix não é real e que não podia voltar atrás, não importa quanto queira. Depois de se recuperar do seu choque inicial, Morpheus também conta a Neo sobre a profecia do escolhido (the One) e de sua crença de que Neo é esse homem. No dia seguinte, Neo começa sua "formação", tornando-se especialista em muitas formas de combate, simplesmente carregando vários programas de treinamento diretamente em seu cérebro. Ele também recebe novas instruções de Morpheus, de como "libertar sua mente" e quão perigosos os agentes da Matrix podem ser.

Depois de alguns dias a bordo da Nabucodonozor, Neo é levado para conhecer a Oráculo, que tem o poder de previsão no mundo simulado. Ela lhe diz que ele tem o "dom", mas parecia estar à espera de alguma coisa - "Sua próxima vida, talvez. Quem sabe?" Neo acredita que a Oráculo lhe diz que ele não é o escolhido. A Oráculo porém avisa-o de que um evento virá onde ele terá que escolher entre a sua própria vida ou a de Morpheus, e que um deles vai morrer.

Em seu caminho de volta para o telefone, o grupo da nave de Morpheus é traído por seu companheiro, Cypher, que fez uma acordo com os Agentes de entregar Morpheus em troca de ser re-conectado a Matrix. Na batalha, Morpheus é capturado e detido pelos agentes dentro da Matrix, enquanto que Cypher matava os integrantes da nave um por um, mas quando Cypher estava prestes a matar Neo desconectando seu corpo com sua mente ainda na Matrix, ele foi morto pelo piloto da nave, que sobreviveu à sua traição. Neo e Trinity sabem que os agentes pretendem usar Morpheus para dizer-lhes o acesso aos códigos da mainframes de Zion, a ultima cidade humana onde os humanos ainda podem nascer livres. A principio eles decidem tomar o curso de ação mas seguro, desconectando-o enquanto ele ainda estava presso na Matrix, assim, causando a sua morte. É então Neo percebe que este era o evento que a Oraculo tinha-lhe dito, ele decide então, que ele deve ir salvar Morpheus. Com Trinity ao seu lado, Neo luta a sua maneira através da pesadamente armada tropa de guardas que estava estacionada em todo o edifício. Ele chega ao telhado do edifício só para ser confrontado pelo Agente Jones. Neo descarrega dois pentes de balas sobre Jones só para ver como os Agentes se esquivam delas sem esforço. Mas uma vez Jones retorna fogo, Neo revela-se capaz de se esquivar das balas de uma forma que só Agentes eram capazes de fazer e aproveitando a distração do Agente com a surpresa de ver um humano ser tão rápido quanto eles, Trinity dá um tiro a queima-roupa na cabeça de Jones, conseguindo assim eliminalo. Em seguida, usando uma metralhadora, Neo e Trinity salvam Morpheus com sucesso no piso do edifício em que ele estava. Tendo acabado de concluir com êxito a missão de salvamento num edifício protegido por guardas fortemente armados e agentes, um feito nunca antes alcançado, Morpheus leva isso como provas que Neo é, na verdade o escolhido (The One), questionando Trinity, "Você acredita agora?". Morpheus explica a Neo que a Oráculo disse: "exatamente o que você necessitava ouvir, isto é tudo." Mais adiante, ele completa: "Neo, em breve você vai perceber como eu, que há uma diferença entre conhecer o caminho, e seguir este caminho".

Atingindo a linha de conexão, Morpheus e Trinity regressam ao mundo real, mas Neo é impedido pelo Agente Smith. Em vez de correr, Neo decide lutar com Smith. Neo habilmente combate Smith, quase demonstrando ter o mesmo nível de habilidade do Agente, algo considerado impossível para seres humanos. No final, Neo é capaz de vencê-lo, atirando-o na frente de um trem. Smith então, assume o corpo do condutor e sai da estação. Percebendo que se tratava de uma luta que não poderia vencer, Neo corre.

Neo é perseguido por Smith e seus companheiros Agentes, mas Neo é capaz de despistalos e atingir a linha de conexão, só que acaba caindo em uma emboscado e é fatalmente atingido pelo Agente Smith. Quando isso acontece a uma pessoa conetada neuramente dentro da realidade simulada da Matrix, seu corpo fora da Matrix também morre. Trinity, vendo o corpo de Neo morrer com seu espírito ainda no Matrix, diz ao seu corpo que ele não pode morrer e que a Oráculo tinha anunciado que ela se apaixonaria pelo escolhido (The One). Ele se levanta, e os agentes, atordoados, tentam atirar novamente. Ele levanta a sua mão e as balas param, suspensas no meio do ar e, em seguida, caem no chão. Então ele olha a sua volta e percebe que ele pode ver o código da Matrix que cria a tudo ao seu redor. Acreditando mais plenamente no seus recém descobertos poderes, ele sem esforço ressaca os golpes do Agente Smith antes de mergulhar no próprio corpo do Agente para destruí-lo por dentro.

Neo é então visto deixando uma mensagem para as máquinas via telefone, uma advertência a elas, de que ele vai se opor as máquinas, libertando tantas mentes humanas quanto for possível.

Info Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo (spoilers).

Revolução ou concatenação?

Um produto da estética pós-moderna, Matrix faz uma espécie de bricolagem de vários elementos: filmes de ficção científica (The Terminator, Metrópolis), animes (Akira, Serial Experiments Lain,Ghost in the Shell), H.Q.s(Os Invisíveis), filosofia (Platão, Descartes, etc.), religião (Budismo Tibetano, Messianismo Judaico-Cristão), informática (Realidade Virtual, Inteligencia artificial), literatura cyberpunk (Neuromancer, de William Gibson) e etc.[1]

Para criar a mitologia da série, os irmãos Wachowski se inspiraram em obras literárias, filosóficas, históricas e religiosas. Algumas referências são bem diretas: o coelho branco que serve de sinal para Neo descobrir o mundo da Matrix, por exemplo, foi extraído do clássico infantil Alice no País das Maravilhas, do inglês Lewis Carroll. Também aparece o ensaio Simulacros e Simulação, do francês Jean Baudrillard.

Elenco

[editar]Vozes nos EUA

[editar]Prêmios e indicações

Oscar (1999) (EUA)

4 vitórias de 4 indicações
  • Oscar para Melhores Efeitos Visuais - John Gaeta, Janek Sirrs, Steve Courtley e Jon Thum
  • Oscar para Melhor Edição - Zach Staenberg
  • Oscar para Melhor Edição de Som - Dane A. Davis
  • Oscar para Melhor Mixagem de Som - John T. Reitz, Gregg Rudloff, David E. Campbell e David Lee

[editar]Curiosidades

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Seções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Este artigo pode ser melhorado, integrando ao texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.

  • O Oráculo, personagem vivido pela atriz Gloria Foster, teve destaque nos dois primeiros filmes da série, porém no terceiro filme Matrix Revolutions a atriz que fazia o Oráculo foi substituída pois Gloria Foster morreu de diabetes no final das filmagens da segunda aventura.
  • A cantora americana Aaliyah, que interpretaria a personagem Zee em Matrix Reloaded, perdeu a vida num acidente aéreo.
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sábado, 22 de outubro de 2011

Conheça a biografia de Muammar Abu Minyar al-Gaddafi

Muammar Abu Minyar al-Gaddafi (ver nota) [5] (em árabe: معمر القذافي, transl. Loudspeaker.svg? Muʿammar al-Qaḏḏāfī; Sirte, 7 de junho de 1942 - Sirte, 20 de outubro de 2011) foi um militar, político e ideólogo líbio e chefe de estado do seu país entre 1969 e 1979, e ex-líder de facto da Líbia. Em 2011, frente a protestos pedindo sua derrocada do poder, Kadhafi respondeu aos manifestantes com violência, porém as manifestações contrárias ao seu governo se intensificaram. Então eclodiu no país a revolta líbia entre forças leais e contrárias ao ditador. Durante este conflito, Kadhafi foi acusado de cometer vários crimes contra a humanidade e um mandado de prisão foi expedido contra ele pela Corte Penal Internacional. Em agosto de 2011, tropas do Conselho Nacional de Transição atacaram e conquistaram a capital durante a Segunda batalha de Trípoli colocando assim Kadhafi e seu governo em fuga.

Quando presidia o conselho da Revolução Líbia de 1969,[6] nacionalizou a indústria do petróleo e converteu-se no primeiro representante do pan-islamismo. Nas décadas de 1970 e 1980, apoiou diversos movimentos guerrilheiros árabes no Terceiro Mundo.

Grafia

O nome do líder líbio pode ser escrito de várias maneiras diferentes devido a dificuldades da transliteração da língua árabe[7] e também da pronúncia regional da Líbia. As muitas grafias possíveis no alfabeto latino são, para o primeiro nome, Muamar (aportuguesamento), Muammar,Mu'ammar e Moammar e, para o sobrenome, Cadáfi (aportuguesamento), Kadafi, Gadhafi, al-Khaddafi, al-Qadhafi e al-Khadafi. O próprio comandante líbio parecia preferir Moammar El-Gadhafi, Muammar Gadafi ou al-Gathafi.[carece de fontes]

Biografia

Infância e juventude

Gaddafi, pertencente a uma tradicional família líbia, teria nascido em uma tenda no deserto líbio, próximo à cidade líbia de Surt ou Sirte (norte). Teve contato com beduínos comerciantes que viajavam pela região de Surt, com quem adquiriu e formou suas precoces posições políticas.

Ainda criança, Gaddafi foi enviado à uma rígida escola, onde passou anos longe de seus pais. Lá destacou-se em matemática, literatura egeografia.

Depois de terminar a primeira etapa de seus estudos, Gaddafi, aos 17 anos, iniciou a carreira militar. Integrou a Academia Militar de Benghazi, segunda principal cidade do país, e também integrou a Real Academia Militar de Sandhurst, na Inglaterra.No primeiro ano do curso superior formou um clube de opositores ao governo de Idris I, que cada vez mais vinha autorizando a entrada de americanos na Líbia, decisões que Gaddafi abominava.[carece de fontes]

Tomada do poder

Idris I da Líbia, deposto por Gaddafi

No ano de 1969 o governo de Idris I passava por uma crise de impopularidade, pois grandes quantidades de petróleo líbio estavam sendo utilizadas pelos Estados Unidos, sem qualquer compensação à Líbia. Admirador do líder egípcio e nacionalista árabe Gamal Abdel Nasser, Muammar al-Gadhafi, aos 27 anos de idade, foi naquele membro das tropas revolucionárias que tomaram o governo do país, no dia 1º de setembro de 1969, tendo como líder Mahmud Sulayman al-Maghribi. Coronéis do exército líbio invadiram Trípoli e obrigaram Idris a renunciar

Logo após o golpe de estado, Al Magrabbi sai de cena e Qadhafi, como líder da revolução líbia, com a patente de coronel, toma o poder, substituindo o príncipe regente Ridah e o rei ausente (licenciado para fins médicos na Grécia e no Egito), Ídris I, tio de Ridah.

Uma vez instalado no governo do país, Qadhafi declara ilegais as bebidas alcoólicas e os jogos de azar. Exige e obtém a retirada americana e inglesa de bases militares, expulsa as comunidades judaicas e aumenta decididamente a participação das mulheres na sociedade. Além disso, retira da Líbia todos os americanos vindos através da aliança entre Idris I e os EUA, fecha danceterias, bordéis e bares instalados pelos americanos, impondo a toda Líbia o respeito aos preceitos morais do islamismo. Proibiu a exportação de petróleo para os EUA e confiscapropriedades internacionais.[carece de fontes]

Gaddafi (esquerda) e Gamal Abdel Nasser, o presidente do Egito (direita). Em seu primeiro ano na presidência, Gaddafi estabeleceu forte aliança com o governo de Nasser.

Pouco tempo depois, em 1970, morre Gamal Abdel Nasser. Inconformado, Gaddafi começou a patrocinar e apoiar todos grupos, países e facções anti-americanas ou antiisraelenses de que tinha conhecimento, entre eles os Panteras Negras, o Fatah e alguns países do Oriente Médio, tentando dar continuidade ao trabalho de Nasser, que tanto admirara. Gaddafi teve, inclusive, ligação direta com o massacre de Munique, realizado no dia 5 de setembro de 1972, durante os Jogos Olímpicos , patrocinando e dando cobertura ao grupo que ficou conhecido comoSetembro Negro. Onze atletas israelenses foram assassinados nesse epsódio.

Atuação como presidente

Em seu Livro Verde, lançado na década de 1970, Gaddafi expôs sua filosofia política, apresentando uma alternativa nacional ao socialismo e aocapitalismo, combinada com aspectos do islamismo. Em 1977 criou o conceito de Jamahiriya ou "Estado das massas", em que o poder é exercido através de milhares de "comitês populares".

Em 1982, como medida punitiva ao suposto patrocínio líbio a grupos terroristas, o governo norte-americano proibiu a importação de petróleo da Líbia. Em 1986, após um atentado a bomba numa discoteca de Berlim, quando morreram dois cidadãos norte-americanos, os EUA lançaram ataques aéreos contra em Trípoli e Benghazi e impuseram sanções econômicas contra o país. No final da década de 1980 o governo líbio foi acusado de envolvimento nos atentados contra aviões da Pan Am e da UTA, o que motivou a imposição de sanções também pela ONU, em março de 1992.

Após sua mulher e sua filha morrerem durante o bombardeio americano a Trípoli, Gaddafi distanciou-se superficialmente de suas alianças com grupos terroristas.

Em 1992 e 1993 a Organização das Nações Unidas impôs sérias sanções à Líbia acusando seu líder de financiar oterrorismo pelo mundo. Essas sanções foram suspensas em 1999.

Com o embargo econômico, juntamente com a queda de preço do petróleo nos mercados internacionais, a situação econômica do país deteriorou-se rapidamente, aumentando o descontentamento popular. [8] Em 1993, um grupo de altos oficiais do Exército liderou uma tentativa de golpe de estado, prontamente debelada pelo regime. Mais de 1500 pessoas foram presas e a cúpula militar foi completamente reestruturada.

Em 1998 o chefe de Estado líbio sofreu um atentado. Foi baleado, tendo sido operado às pressas. A nova tentativa golpe também fracassou e o regime foi mantido.

Na década de 2000 al-Gaddafi pagou integralmente indenizações às famílias dos mortos pelo atentado de Lockerbie. Na mesma década, o Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, diz ter desmantelado o arsenal nuclear líbio.

Muammar al-Khadafi e o ex-presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, durante uma conferência na Nigéria, em 2006.

Em 2003 Kadafi anunciou que desistira das armas de destruição em massa e que pretendia juntar-se à guerra ao terror, eixo da política externa americana durante o governo Bush. Logo depois George W. Bush suspendeu as sanções contra a Líbia. Em seguida, os produtores de petróleo dos EUA e da Grã-Bretanha expandiram suas atividades no país. Empresas como BP, Exxon, Halliburton, Chevron, Conoco e Marathon Oil juntaram-se a gigantes daindústria bélica, como Raytheon e Northrop Grumman, e a multinacionais como Dow Chemical e Fluor bem como à poderosa firma de advocacia White & Case para formar a US-Libia Business Association, em 2005.[9]

Em maio de 2006 a Líbia saiu da lista negra (de embargos econômicos) dos Estados Unidos.

Muammar al-Qaddafi é um dos líderes mundiais que está há mais tempo no poder (desde 1969). Desde 2 de março de 1977 instaurou a "Grande Jamahiriya Árabe Líbia Popular e Socialista", nome que recebe oficialmente o estado líbio.[10] Jamairia (em árabe: ﺟﻤﺎﻫﻴﺮﻳﺔ) é um neologismo, geralmente traduzido como estado ou república das massas.

Guerra civil

Ver artigo principal: Guerra civil na Líbia

Em 2011, no bojo das revoltas sociais no norte da África, Gaddafi sofreu um ataque revolucionário por parte da oposição líbia e, em um sinal de ruptura com o governo, a delegação da Líbia na ONU acusou Kadafi de genocídio e fez um apelo por sua renúncia. Diversas autoridades, inclusive o ministro da Justiça, Mustafá Abdel Yalil, e diplomatas em diferentes países, renunciaram, em protesto contra o uso excessivo de força na repressão das manifestações. Diplomatas que representavam o governo de Kadafi na China, na Índia e na Liga Árabe deixaram seus cargos em protesto ao governo. De acordo com a organização americana Human Rights Watch, os protestos na Líbia deixaram pelo menos 233 mortos. Há relatos de que em apenas um dia 160 manifestantes teriam morrido. Após a renúncia das autoridades, Saif al-Islam Muammar Al-Gaddafi anunciou a criação de uma comissão para investigar episódios violentos durante os protestos. A comissão será dirigida por um juiz, e incluirá membros de organizações de direitos humanos líbias e estrangeiras. Uma coalizão de líderes muçulmanos líbios emitiu uma declaração dizendo que é obrigação de todo muçulmano se rebelar contra o governo líbio. [11]

Devido a indícios de crimes contra a humanidade cometidos pelas tropas do governo contra os rebeldes e civis líbios, nas áreas de insurreição e combate, em 16 de maio de 2011, Luis Moreno-Ocampo, Procurador-Chefe do Tribunal Penal Internacional, sediado em Haia, solicitou mandato internacional de captura e prisão contra o líder líbio, por crimes contra a Humanidade.[12]

Em agosto de 2011, as tropas do Conselho Nacional de Transição lançaram-se sobre Trípoli na Segunda batalha de Trípoli e conquistaram a cidade. Apoiados pela OTAN, os rebeldes líbios atacaram várias outras cidades litorâneas até chegar a capital. Logo após a queda da cidade, Gaddafi, seus parentes e membros do seu governo fugiram. Para a comunidade internacional, Gaddafi não fala mais pelo povo líbio, tendo essa autoridade agora recaindo sobre o CNT.

Morte

Em 20 de outubro de 2011, após a queda de Sirte, o último grande reduto das forças de Gaddafi, o Conselho Nacional de Transição informou oficialmente à Al Jazeera que Gaddafi havia sido capturado.[13][14] De acordo com algumas fontes, Gaddafi teria sido ferido nas pernas ou levado dois tiros no peito.[15][16] Segundo as primeiras informações, ele teria morrido em consequência desses ferimentos.[17][18][19] Imagens de um vídeo amador mostram o corpo ensaguentado do ex-ditador, ainda vivo, sendo carregado como um troféu em Sirte.[20]

O primeiro-ministro do Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio, Mahmoud Jibril, confirmou a morte do ex-líder Muammar Kadhafi, durante os confrontos pela tomada da cidade de Sirte. "Esperávamos havia muito tempo por este momento. Muammar Kadhafi foi morto", afirmou à AP. [21] Segundo Jibril, a autópsia determinou que o líder deposto foi morto por um ferimento de bala na cabeça, após sua captura. Jibril afirmou, durante entrevista coletiva, que Kadafi estava em boa saúde e armado, quando foi encontrado. Enquanto era levado até uma caminhonete, levou um tiro no braço ou na mão direita. Posteriormente, levou um tiro na cabeça. [22]

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