Assim, os ganhos do brasileiro na transação são iguais aos de duas investidoras que estão por trás do Istangram, Andreessen Horowitz e Baseline Ventures (cada uma com 10%), mas bem menor do que os 18 %, ou R$ 327,4 milhões, que a empresa de capital de risco Benchmark Capital vai levar.
O restante da bolada, ou R$ 181,9 milhões, serão dividos entre outros 13 colabores do aplicativo que oferece serviços de edição e compartilhamento de fotos, informa a publicação norte-americana.
Trajetória
Após se formar em Stanford, no Vale do Silício, o brasileiro Mike Krieger se uniu ao norte-americano Kevin Systrom e levou dois meses para imaginar e publicar o Instagram.
Lançado em outubro de 2010 na App Store, o Instagram foi adotado por 100 mil pessoas em sua primeira semana, marca que o Twitter, por exemplo, só conseguiria depois de dois anos.
Empresas como a Starbucks e a Pepsi já fizeram parcerias para divulgar publicidade no serviço, enquanto a National Geographic ou a CNN usam suas contas para postar fotos de acontecimentos recentes.
Krieger é criador é um dos quatro funcionários da empresa. Ele trabalhou por um tempo na startup (pequenas empresas com projetos inovadores) Meebo, que permite acessar o MSN por meio do navegador de internet.
Na faculdade, conheceu Systrom, que circulava pelo Google, onde trabalhou por um tempo no Gmail. Juntos, queriam criar uma rede de geolocalização chamada Burnb.
– Vimos que era complicado demais e abandonamos a ideia. Decidimos lançar só uma das capacidades do serviço - fotografar, adicionar filtros e compartilhar fotos vinculadas a locais.
Uma ideia que poderia vir do Flickr, que, sem estratégia para celulares, perdeu 16% dos seus usuários em 2010 e viu o Facebook receber 92% mais imagens no mesmo período. Tudo isso porque a experiência de uso de aplicativos como o Instagram é mais simples e móvel.
O aplicativo, que ainda não tem site, cresce por aproveitar a estrutura já disponível em plataformas como Facebook, Twitter, Tumblr e Foursquare. Vários filtros podem ser adicionados às fotos e esse é o motivo de seu sucesso. As texturas dão uma cara descolada e vintage até para as imagens mais porcas.
Mas os extras preferidos dos usuários são os efeitinhos visuais coloridos que simulam as amareladas fotos das câmeras Polaroid.
Valor é equivale a apenas 10% do R$ 1,8 bilhão que o Facebook pagou pelo aplicativo
Mike Krieger,24, brasileiro co-criador do Instagram, vai levar R$ 181,9 milhões, ou 10% do R$ 1,8 bilhão que o Facebook pagou pelo popular aplicativo que oferece serviços de edição e compartilhamento de fotos. A transação é de longe a mais expressiva na história de aquisições da maior rede social do mundo.
De acordo com a distribuição do investimento feito pela empresa de Mark Zuckerberg, fundador e chefão do Facebook, no Instagram, 40% do total, ou R$ 727,6 milhões, vai para o bolso do CEO do serviço de fotos, Kevim Storn, informou nesta segunda-feira (9) a revista Wired.
Outros Assuntos Relacionados







0 Comentários:
Postar um comentário
Sinta-se à vontade! cada um sabe as conseqüências de suas palavras!