como criar um site

Compartilhe

Bookmark and Share

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Bahrein tem novos protestos enquanto povo aguarda diálogo

DE SÃO PAULO

Onda de RevoltasO Bahrein vive neste domingo uma nova jornada de protestos políticos, com uma tentativa frustrada de greve geral convocada pela oposição, enquanto o povo espera o diálogo nacional convocado pelas autoridades.

Os protestos, que explodiram no dia 14 de fevereiro ao calor das revoltas populares de Tunísia e Egito, causaram seis mortes e obrigaram o Exército a se desdobrar pelas ruas da capital para reforçar a ação da polícia.

No início do domingo, as escolas do Bahrein mantiveram suas portas fechadas e também foi possível notar uma paralisação parcial das empresas de serviços, além de alguns sistemas de transporte, mas a greve não conseguiu parar todo o país.

Mais tarde, União Geral dos sindicatos do Bahrein anunciou que retirava sua convocação para a greve geral, estimando que suas exigências --a retirada do Exército de Manama e o respeito ao direito de manifestação-- foram cumpridas.

"Após os últimos acontecimentos, e em consequência da retirada do exército e do respeito às manifestações paíficas, a União decidiu suspender sua ordem de greve geral e convocar o retorno dos trabalhadores a partir de segunda-feira", indicou a central sindical em um comunicado.

Enquanto isso, grupos de manifestantes continuam na praça Lulu, epicentro da revolta neste pequeno país do Golfo Pérsico, de 727 quilômetros quadrados e apenas um milhão de habitantes, metade deles estrangeiros.

A polícia se retirou no sábado da praça, que foi vigiada nos últimos dias pelas forças de segurança e pelo Exército.

Por outro lado, o povo espera o início do diálogo nacional com grupos da oposição, convocado pelo governo a fim de buscar uma solução para as exigências políticas apresentadas durante os protestos.

Este diálogo, no entanto, não conta com a simpatia dos manifestantes que se encontram na praça Lulu, e os principais grupos da oposição não disseram taxativamente se estão dispostos a participar dele, mas também não rejeitaram.

À parte da concentração na praça, neste domingo não foram registradas manifestações na capital e em outras localidades do país.

Entre as reformas reivindicadas estão a eliminação do privilégio real para designar metade do Parlamento e a ampliação da participação política da maioria xiita, governada por uma minoria sunita.

"Após os últimos acontecimentos, e em consequência da retirada do exército e do respeito às manifestações paíficas, a União decidiu suspender sua ordem de greve geral e convocar o retorno dos trabalhadores a partir de segunda-feira", indicou a central sindical em um comunicado.

Enquanto isso, grupos de manifestantes continuam na praça Lulu, epicentro da revolta neste pequeno país do Golfo Pérsico, de 727 quilômetros quadrados e apenas um milhão de habitantes, metade deles estrangeiros.

A polícia se retirou no sábado da praça, que foi vigiada nos últimos dias pelas forças de segurança e pelo Exército.

Por outro lado, o povo espera o início do diálogo nacional com grupos da oposição, convocado pelo governo a fim de buscar uma solução para as exigências políticas apresentadas durante os protestos.

Este diálogo, no entanto, não conta com a simpatia dos manifestantes que se encontram na praça Lulu, e os principais grupos da oposição não disseram taxativamente se estão dispostos a participar dele, mas também não rejeitaram.

À parte da concentração na praça, neste domingo não foram registradas manifestações na capital e em outras localidades do país.

Entre as reformas reivindicadas estão a eliminação do privilégio real para designar metade do Parlamento e a ampliação da participação política da maioria xiita, governada por uma minoria sunita.



Outros Assuntos Relacionados

0 Comentários:

Postar um comentário

Sinta-se à vontade! cada um sabe as conseqüências de suas palavras!

Seguir Este Site