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sábado, 10 de março de 2012

Capelanias Evangélicas podem ser proibidas por grupo LGBT

Movimento gay faz acusação de “homofobia”

Capelanias Evangélicas podem ser proibidas por grupo LGBT

A Constituição brasileira afirma que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende que todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião.  Também diz que toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão.

Quando se trata de defender os direitos de alguns grupos, esses fatos são lembrados, mas muitas vezes o argumento não é considerado válido quando invocado pelos cristãos.

A Associação de Capelania Evangélica Hospitalar está sendo atacada com acusações difamatórias por militantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis). Em especial no que diz respeito ao trabalho da capelã Eleny Vassão de Paula Aitken, conhecida por seu trabalho no Centro de Referência (CRT-AIDS) e Treinamento em DST-AIDS e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

O ataque é feito através da publicação de artigos e comentários na Internet. “A homofobia (institucional) nossa de cada dia”, de autoria de Claudio Celso Monteiro Jr. E “Fundamentalismo religioso invade hospitais brasileiros”, assinado por Ricardo Aguieiras, são os exemplos mais recentes. O último atinge também a Igreja Presbiteriana do Brasil, ao citar o livro “A Missão da Igreja Frente a AIDS”, publicado há quase 20 anos pela Editora Cultura Cristã.

As “denúncias” do movimento LGBT fazem acusações de “homofobia”, “atendimento espiritual de maneira invasiva” e “sérias falhas em questões de biossegurança”.

Além desses textos, houve acusações verbais feitas às diretorias dos hospitais atendidos pela capelania evangélica. O apoio da Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania da cidade de São Paulo pode ser determinante para interromper o trabalho evangélico nesses hospitais.

O trabalho da Associação de Capelania Evangélica Hospitalar tem  de 30 anos de história, com  atuação em mais de 200 hospitais brasileiros. O ministério sempre defendeu a liberdade de pensamento e expressão, da verdade e da apresentação do Evangelho no país.

Em uma tentativa de defender seu trabalho e, ao mesmo tempo, alertar a Igreja brasileira sobre essa situação, a Associação lançou em seu site uma nota oficial e está fazendo um abaixo-assinado virtual.

A nota encerra com um alerta: “Dentro de poucos dias toda a Igreja Brasileira experimentará esta perseguição e violação aos Direitos de liberdade de pensamento, crença e expressão, se não reagir com agilidade e firmeza à agressão e ousadia destes grupos. “Para o triunfo do mal só é preciso que os homens de bem não façam nada. (Edmund Burke)”.



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