Visão cristã
Segundo os cristãos, o povo de Deus passará por grande tribulação antes do retorno de nosso Senhor Jesus Cristo. Serão perseguidos e provados com aparição de falsos cristos (Mateus 24:24). Cristo quando retornar não colocará os pés sobre a Terra. Uma maneira de não ser enganado é estar bem familiarizado com a palavra de Deus (Bíblia). A volta de Cristo não será um evento local, muito pelo contrário será um evento global onde todos o verão ao mesmo tempo. A Bíblia diz no livro de Mateus 24:27 "Assim como o relâmpago sai do Oriente e se vê no Ocidente, assim será a vinda do Filho do Homem". Cristo não virá sozinho, seus santos anjos o acompanham. Cristo não colocará os pés sobre a Terra, todos aqueles que morreram crendo em Cristo serão ressuscitados, e juntamente com os que estão vivos e crêem em Cristo serão transformados e levados para se encontrar com Ele nas nuvens (1 Tessalonicenses 4:13-18). Seremos levados para os céus e viveremos com Cristo por mil anos. Nesse período de mil anos Satanás estará preso na Terra por não ter a quem tentar. Apocalipse 20:2. É fácil entender esta prisão se entendermos que durante os mil anos todas as pessoas que não aceitaram a Cristo como seu Salvador pessoal estarão mortas, sendo julgadas pelos salvos (tendo a confirmação que Deus é totalmente amor e que tudo o que Ele poderia fazer para salvar a raça humana Ele tinha feito. Apocalipse 20:4. Após se passarem os mil anos Satanás será solto, pois todos os perdidos serão ressuscitados. E Satanás juntamente com todos os perdidos serão lançados no lago de fogo para receberem sua condenação eterna (para sempre estarão exterminados), não que Deus tenha prazer na morte de suas criaturas, mas para acabar com o mal para sempre. Apocalipse 20:7-15. Ele (Deus) enxugará dos olhos toda a lágrima. Não existirá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor pois as coisas antigas já passaram. Apoc. 21:4. E viveremos para sempre com o nosso Senhor Jesus Cristo.
[editar] Visão muçulmana
O Alcorão (do árabe al-qur'ãn, leitura) é a coletânea das revelações divinas recebidas por Maomé de 610 a 632. É dividido em 114 suras (capítulos), ordenadas por tamanho. Seus principais ensinamentos são a onipotência de Deus e a necessidade de bondade, generosidade e justiça nas relações entre as pessoas. Neles estão incorporados elementos fundamentais do judaísmo e do cristianismo, além de antigas tradições religiosas árabes. O Alcorão inclui muitas das histórias do Antigo Testamento judaico e cristão, como a de Adão e Eva. Depois de desobedecer a Deus, Adão viajou e construiu a primeira Caaba. Após o dilúvio, Abraão, considerado o primeiro muçulmano, a reconstruiu. Do Novo Testamento, o Alcorão registra passagens da vida de Jesus Cristo, reverenciado pelos muçulmanos como um profeta que em sua religião só é sobrepujado em importância pelo próprio Maomé. Os muçulmanos acreditam na vida após a morte, na vinda do anticristo e na volta de Jesus Cristo para vencê-lo, no Juízo Final e na ressurreição final de todos os mortos. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos ahadith (ditos e feitos do profeta).
[editar] Visão espírita
De acordo com a visão espírita, Jesus jamais teria deixado de estar presente entre os seres humanos, pois, sendo um espírito de ensinamentos elevados que se dispôs a acompanhar o processo de evolução deste mundo através de sua experiência e exemplos, não poderia se afastar do mundo enquanto este não se encontrasse perfeitamente regenerado e consagrado a uma nova senda de discernimento.
Mas a presença do Cristo, por assim dizer, estaria configurada não necessariamente através de sua vida física no mundo, mas, sobretudo, à sua assistência e conselhos dedicados à transformação educacional organizada do mundo, conduzindo as pessoas a novos patamares de compreensão, tolerância e amor, principalmente no que diz respeito ao senso de espiritualidade.
[editar] Visão Mística
Segundo o místico hindu Paramahansa Yogananda, no livro intitulado "The Second Coming of Christ", a expressão "segunda vinda de Cristo" não se refere à descida dos céus do corpo de Jesus de Nazaré, mas trata-se da experiência interior do indivíduo que recebe a "consciência crística". Segundo Yogananda, o próprio Jesus deixa isto claro ao expressar-se através da idéia de que "seu corpo era filho do homem, enquanto sua alma era filha de Deus". Sendo assim, a expressão "Filho Unigênito" não se referiria à pessoa de Jesus, mas a esta consciência divina imanente em toda a criação.
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